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abril 14, 2012

Um pouco de Moda Masculina! :)

Bom dia! :D
Sei que trago pouca coisa sobre moda masculina, mas como digo pro Ivan: Juro que estou sempre vendo os editoriais e conferindo as noticias para ver se acho algo interessante para postar aqui! Mas não é exatamente algo fácil, já que considero a moda masculina um pouco... Como dizer... Um pouco igual ao de sempre. E quando não é igual ao de sempre, é algo completamente afeminado ou impossível de usar no dia-a-dia.

Bom, mas dessa vez encontrei algumas coisas que achei super legais e super usáveis/adaptáveis para o dia-a-dia dos homens. :)
Primeiro, encontrei um vídeo da marca Oumlil para sua coleção de Outono/Inverno de 2012. 
A marca é baseada em Nova York, e para a sua coleção de Outono/Inverno deu uma atenção extra para os detalhes e para alfaiataria fina. O vídeo foi feito pelos diretores Chase Dil­lon e Ash­ley DuPree, e foi gravado durante a última semana de moda (que aconteceu em março, se não me engano) dentro de um estúdio chamado Milk Estudios. Alguns dos modelos que participaram (não estão todos aqui):  Jan­ice Fron­i­makis, Jon Dart­nell, Loammi Goet­ghe­beur, Tommy Kris­tiansen, Lucho Jacob, Salieu Jal­loh, John Todd, Knut Roertveit e William Jag­now.
Confira o vídeo abaixo!


E, a outra cosia que trago, é um editorial feito para o site Fashionisto, com o modelo Jed Texas. Nas fotos, feitas pelo fotógrafo Richard Sund, o modelo usa roupas das seguintes marcas: H&M, The Local Firm e Fifth Avenue Shoe Repair.
Confira as fotos do editorial ao clicar em "Leia Mais:"


abril 12, 2012

Crítica: 'The Good Wife' volta mais sexy e ousada!

Terceira temporada estreou esta semana



Existe um certo receio para algumas séries quando se chega em sua terceira temporada. Geralmente, depois de uma primeira avassaladora, a segunda precisa segurar um ritmo e para isso abusa de artifícios como novos personagens e assim novos dramas - algo mais complicado de ser levado numa terceira sem criar ostracismo. Porém, pode-se constatar que ao assistir o primeiro episódio da terceira temporada do drama jurídico The Good Wife, é que a série parece estar apenas começando...


Exibida pelo Universal Channel, terças, às 23 horas, o seriado continua a história de Alicia Florrick (Julianna Margulies), a mulher que passou pelo constrangimento público em ficar ao lado do marido Peter (Chris Noth), político que assumiu trair a esposa com prostitutas. Ela retoma sua vida de advogada e, durante as duas últimas temporadas, lutou contra esse acontecimento tentando conciliar sua tumultuada vida pessoal com a profissional.


E, finalmente, depois de tentar levar a vida como uma boa esposa, Alicia assume agora seu lado mais livre e até, de certa forma, vingativo. Essa ira, impulsionada quando descobriu que Peter também teve um caso com sua colega de trabalho e amiga Kalinda (Archie Panjabi). Até então, Alicia se sentia pressionada a tentar ficar bem com seu marido e se dedicar a sua família, mesmo sentindo desejo por um dos sócios da empresa de advogados, Will Gardner (Josh Charles). A nova fase deixa o nome da série ainda mais irônico, mostrando que Alicia agora divorciada do marido, e com seus filhos crescidos, pode voltar a ser uma mulher forte e dedicada a si mesma - como sempre lembrava dos fatos antes de abandonar a carreira para assumir a responsabilidade de ser uma mãe e mulher de político.


Mas esse recomeço também deixou claro que o seriado não foca apenas no drama de seus personagens. Os casos continuam ainda mais afinados com o contexto e ousados, mesmo que não muito aprofundados. Este primeiro já tocou na ferida que os americanos não gostam muito de falar sobre: a tensão entre palestinos e israelenses. E é nessas polêmicas mescladas com personagens tão complexos e humanos que o seriado segue com novo fôlego ditando um padrão de qualidade para novos dramas do gênero. 


Trailer:



abril 09, 2012

'New Girl': nova série traz Zooey Deschanel fazendo comédia fofinha

Seriado estreou no Brasil na última semana




E as estreias na TV a cabo brasileira não param. Se antes elas chegavam todas juntas - como ocorre nos canais dos Estados Unidos - agora os canais espalham as novidades e reestreias por todo o ano. Em abril, para citar algumas, estreou a nova temporada de Game of Thrones pela HBO Brasil e a nova série Once Upon a Time pelo Canal Sony. Até o fim deste mês chegam as novas temporadas de duas séries premiadas: Mad Men e The Good Wife, pela HBO Brasil e Universal Channel, respectivamente. Na última semana, foi a vez da terceira temporada de Modern Family e a estreia da nova comédia New Girl pela Fox Brasil.


O sitcom é estrelado por Zooey Deschanel, conhecida por seu papel no filme 500 Dias com ela, além de ser cantora de sucesso no cenário indie. A comédia conta a história de Jessica Day (Deschanel), uma professora do interior que, após o fim de uma relação, muda-se para Nova Iorque onde passa a dividir um apartamento com três homens. Eles são: Schmidt (Max Greenfield), que adora uma boa cerveja, mulheres e a si mesmo; Coach (Damons Wayans Jr.) um treinador que está fora de forma e não sabe como se comunicar com as mulheres; e Nick (Jake M. Johnson), um garçom afetuoso e que passa o mesmo drama que ela. Antes ela morava com a amiga Cece Meyers (Hannah Simone), modelo e durona.

O seriado, assim como boas comédias 30 Rock e Modern Family, não possuem as famosas risadas captadas por um público - o que não faz falta alguma. Nesse piloto, percebe-se que os quatro vão ter muitas experiências para trocar em si e uma amizade parece se formar aos poucos. Eles possuem problemas com as mulheres e ela, com uma personalidade singular (canta e dança espontaneamente, além de ser uma nerd), precisa se recompor e seguir adiante. Zooey Deschanel até cumpre bem a função de ser a ancora da comédia, mas sua atuação soa forçada por diversas vezes. O problema, é que ela segura a maior parte da trama sendo bonitinha e fofinha, algo que se espera que se reverta com o tempo. Entretanto, isso não compromete o resultado, e pra quem procura uma série leve e espirituosa, essa é uma boa escolha.

Trailer:


A série vai ao ar todas quartas, às 22:30 horas.

abril 07, 2012

Nicki Minaj e Ricky Martin para a MAC!

A MAC já começou a publicidade para sua label MAC Viva Glam. A parceria da vez foi com a rapper/cantora Nicki Minaj e com o cantor latino Ricky Martin.

A parceria trás um batom rosa acetinado, da Nicki; e um condicionador labial, do Ricky.
Sem muitas informações, a MAC diz que o look dos produtos devem "ir do dia à pista de dança," e que "Nicki e Ricky te desafiam à ser ousado."


Ainda na página da label no Facebook, podemos conferir os bastidores do photoshoot. E também há um vídeo dos bastidores na conta do youtube da MAC.
Os produtos serão limitados e devem estar disponíveis a partir de Maio.

abril 06, 2012

'Once Upon a Time': nova série assume trama "conto de fadas"

Seriado estreou esta semana e continua o final feliz...



Sabe-se que a dramaturgia no geral deve muito aos contos de fadas pelos clichês, formatos e o sucesso. Mas são poucos espectadores que assumem, mesmo já grandinhos, curtir uma boa novela que tenha um vilão malvado e os mocinhos em perigo -  e, no desfecho, o tradicional final feliz. Para os bem resolvidos, chegou no Brasil a série Once Upon a Time, uma versão modernizada dos contos de fadas mais famosos da infância em geral.


  


Sucesso nos Estados Unidos pela rede ABC da Disney, que já se prepara para exibir o desfecho da primeira temporada, a série estreou no Brasil na última segunda em forma de pré-estreia (aproveitando o horário de grande audiência do Canal Sony que exibe Grey's Anatomy), mas terá sua exibição convencional a partir da próxima quinta-feira (12), às 21 horas. 


A série consiste em continuar a história de Branca de Neve e literalmente começa mostrando em forma de flashback (?) a clássica cena em que o Príncipe Encantado (Josh Dallas) revive Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) com um beijo de amor verdadeiro e depois o casamento dos pombinhos. No entanto, a Rainha Má (Lana Parrilla) ameaça todos os personagens dos contos com uma maldição de aprisionamento e infelicidade eterna. Para tentar contornar a situação e se prevenir do acontecimento, o casal decide procurar  Rumpelstiltskin (Robert Carlyle), o feiticeiro e profeta. Ele diz que é a filha dos dois, Emma, será a única capaz de salvar a todos quando esta completar 28 anos. Dito e feito. No mundo real, a solitária Emma (Jennifer Morrison) recebe a visita de Henry (Jared Gilmore) no dia de seu 28º aniversário.O garotinho diz ser seu filho biológico e pede ajuda para voltar à sua cidade, Storybrooke, e confrontar sua mãe adotiva - ironicamente a vilanesca prefeita Regina/ Rainha Má. Desconfiando das intenções da mulher, Emma se hospeda no local para ficar de olho no jovem.



O primeiro episódio apresentou alguns personagens, sempre dando dicas - mesmo que caindo na obviedade - ligados aos contos em paralelo a realidade. A Chapelzinho Vermelho é uma rebelde que cobre os cabelos com um lenço vermelho. A vovozinha é a mesma coisa, enquanto o lobo mal é um lobo, o grilo falante virou um psicólogo e por aí vai... É interessante a ideia, e felizmente o roteiro não cai no ridículo mesmo com uma história que tem tudo para parecer tola. Isso é mérito do bom time por trás da adaptação, Edward Kitsis e Adam Horowitz, que ajudaram a construir Lost.


Como estreia, Once Upon a Time começou com o pé direito para quem procura uma trama simples sem o intuito de esperar algum maior aprofundamento de personagens ou contexto realístico. Não sei se a história continuará abordando o plano fantasioso - que parece ser o mais fraco entre os dois - , mas personagens e histórias é que não vão faltar. E pra quem gosta de uma boa fantasia - gênero em alta também no cinema - , essa parece ser uma boa pedida.


Trailer 



abril 03, 2012

Crítica: O retorno de 'Game of Thrones'

As peças seguem em movimento constante


Depois de uma primeira temporada rebuscada, a parte técnica impecável e um roteiro ousado e que prende a atenção do espectador, chegou a hora da segunda temporada de Game of Thrones, uma das melhores estreias de 2011. E nesse primeiro episódio a impressão é que serviu para continuar quase exatamente do ponto em que a jornada parou. Baseando-se no segundo livro, A Fúria dos Reis, da saga As Crônicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin, o seriado intercalou momentos em mostrar diversos núcleos que mais parecem peças do enorme tabuleiro (a abertura da série que passa essa ideia vai mudar conforme anda a trama). O vencedor, é claro, fica com o Trono de Ferro que governa os sete reinos de Westeros.


A série retornou no último domingo (1) e foi exibida na tv paga brasileira pela HBO Brasil simultaneamente com sua estreia nos Estados Unidos, tendo opção de exibição legendada ou dublada  - estratégia rara e eficiente. O primeiro grande lance e que será aproveitado melhor nesta segunda temporada, é focar no personagem Tyrion Lannister, que rendeu  ao ator Peter Dinklage o prêmio de melhor ator coadjuvante no Emmy e no Globo de Ouro. Uma das peças importantes, ele busca ficar no controle do jovem Joffrey, atual rei, porém vai entrar em atrito com a mãe do rapaz, Cersei.

A família Stark, por outro lado, está diluída. Com a morte do patriarca Ned que quase foi detentor do trono, a filha mais velha Sansa é mantida refém por Joffrey, enquanto sua irmã Arya, conseguiu fugir da cidade em um comboio. O outro filho, o jovem, porém, esperto Bran está no comando de Winterfell e Rob e sua mãe, Catelyn, buscam com a tropa restante apoio entre os reinos (enquanto mantém Jaime, irmão-amante de Cersei, como seu prisioneiro). Jon, filho ilegítimo de Ned, segue na busca de seu tio, Benjen Stark, na gélida região da muralha.

Em outro ponto do mundo fantasioso, Khao Drogo se foi e o dragão nasceu. Agora quem comanda é Daenerys Targaryen que junto com o ser místico ao seu favor, ainda vai ter a complicada missão de liderar num lugar onde as mulheres não são vistas como guerreiras e muito menos como líderes.  No momento, ela se movimenta estrategicamente com os seres e seus fiéis seguidores para conseguir proteção, enquanto, os dragões ainda são pequenos. 

O episódio ainda introduziu novos personagens como Stannis Baratheon (Stephen Dillane). Ele recebeu uma carta de Ned, da qual, revela que Joffrey nada mais é que fruto de um incesto o que invalida seu poder de ficar com o trono. Stannis é senhor de Dragonstone e irmão do falecido rei Robert Baratheon, assassinado sob comando de Cersei, e seu objetivo agora é conquistar o trono. A sede pelo poder também é característica de Davos Seaworth (Liam Cunningham), um dos conselheiros de Stannis, que tem como seu braço direito a sacerdotisa Melisandre (Carice van Houten). A misteriosa mulher consegue ver parcialmente o futuro e acredita que ele é uma espécie de Messias. Entretanto, pode se notar que detentora de poderes valiosos, ela não é digna de confiança, mostrando-se manipuladora.

O primeiro episódio foi equilibrado, tentando ao máximo situar o público do andamento da trama. A complexidade e as variadas histórias e personagens podem ainda confundir o espectador mais leigo, então vale dar uma pesquisada sobre personagens e suas respectivas situações, caso não tenha simpatia (tempo) com os livros da saga. Para primeiro evento, Game of Thrones não superou, nem decepcionou as expectativas, mas espera-se que a engrenagem ganhe mais movimento no decorrer dos nove episódios desta temporada.