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dezembro 13, 2009

FÚRIA DE TITÃS - TRAILER PREMIERE

Prévia do remake impressiona pelos efeitos visuais


O épico grego dos anos 80, Fúria de Titãs vai ganhar uma nova versão no ano que vem. Dirigida por Louis Leterrier (O Incrível Hulk) pode-se esperar que será um dos grandes sucessos que estão por vir em 2010. Temos grandes deuses da mitologia grega reunidos em meio a criaturas gigantes numa produção com muita fúria e efeitos especiais.

A história gira em torno de Perseu (Sam Worthington que participou de Exterminador do Futuro 4 e protagoniza inédito Avatar), filho de Zeus (Lian Neeson) que é criado entre os humanos. Hades (Ralph Finnes, que não poderia ser escolha melhor) é o deus do inferno e mata a família que adotou Perseu. Então que o jovem decide unir-se a aliados e desafiar os deuses e recuperar sua vida.

Junto com ele estão a guia espiritual Io (Gemma Arterton), o guerreiro Draco (Mads Mikkelsen) e o rei tornado fera Acrisius (Jason Flemyng), na missão de salvar a Princesa Andromeda (Alexa Davalos) e derrotar Hades. Danny Huston (o Stryker de X-Men Origens: Wolverine), interpreta o deus dos mares, Poseidon.

Confira a ótima prévia:





O lançamento do longa está marcado para 26 de Março.

Com informações do site Omelete.

BOYS LIKE GIRLS (FEAT. TAYLOR SWIFT) "TWO IS BETTER THAN ONE" - VIDEO PREMIERE

Balada sentimental está mais para música de um CD da Taylor do que da banda


Eu já disse por aqui o que acho da banda Boys Like Girls. Eles contentam-se me fazer música melosa, pop e sem nenhuma contestação. Existem várias dessas nesse estilo, e ela não é a melhor. Mas vale a pena escutar quando não estamos bons para complexidades ou as sinfonias do Muse.

Depois de convidarem Ashley Tisdale para o primeiro clipe promocional do novo álbum Love Drunk, eles fizeram um dueto com o fenômeno do ano Taylor Swift. A música é bem romântica e parece mais autoria da Taylor, mesmo eu dizendo aquilo tudo do Boys Like Girls. Está meloso demais!

Então, talvez seja verdade que eu não consigo viver sem você
Talvez dois é melhor que um
Há tanto tempo para descobrir o resto da minha vida
E você já me teve perdido
Estou pensando que dois é melhor que um


Confira a premiere:



Senti falta de alguém nesse clipe.

dezembro 12, 2009

CREATION - TRAILER PREMIERE

Filme é sobre a vida de Charles Darwin


A linda e talentosa Jennifer Connely - que conquistou em 2001 o Oscar de atriz coadjuvante por Uma Mente Brilhante e depois atuou em outros filmes memoráveis como Pecados íntimos e Diamante de Sangue e já tinha em seu currículo o fantástico Réquiem para um Sonho - agora protagoniza Creation.

O filme conta a história do criador da Teoria dda Evolução e um dos mais importantes cientistas da história da humanidade, Charles Darwin. No longa, Darwin - interpretado por Paul Bettany (O Código da Vinci) - fica divido entre sua relação com a religiosa esposa Emma (Connely), e sua defesa na crença de que o mundo não é uma obra genuínamente divina. John Colle cuida do roteiro que é baseado no livro Annie's Box do trineto de Darwin, Randal Keynes.

Confira o trailer:



A estreia no Brasil está marcada para 26 de Março.

Com informações do Omelete.

dezembro 09, 2009

Novidade: Paolo Nutini faz cover de Arcade Fire

Escocês canta Wake Up


O site oficial do cantor Paolo Nutini ganhou um espaço exclusivo para os fãs. Apresentando vídeos inéditos, fotos o espaço também vai trazer descontos na compra de produtos relacionados ao cantor, como o primeiro DVD 'Live in New Orleans' que será lançado em Janeiro. Para inaugurar a nova área, foi postado um vídeo do Paolo cantando ao vivo Wake Up da banda Arcade Fire.

Confira a emocionante performace:



Falando em Paolo Nutini, foi divulgado o número total de vendas do cantor no Reino Unido nesse ano com o elogiado álbum Sunny Side Up. Foram 560 mil cópias vendidas do CD lançando em Junho desse ano. Outros grandes vendedores no ano foram: Lady GaGa com 928 mil, Lily Allen 695 mil e Kasabian 459 mil cópias vendidas no Reino Unido. Porém ninguém supera ainda a marca dos 999 mil cópias do Kings of Leon com um álbum do ano passado.

dezembro 05, 2009

ATIVIDADE PARANORMAL - RESENHA

Filme sensação do momento assusta, mas peca na falta de originalidade


Estamos diante ao claro exemplo de como o marketing pode fazer muito bem à um filme. Em Atividade Paranormal (Paranormal Activity), eventos sinistros que acontecem na casa de um jovem casal, são mostrados a partir de uma lente amadora - que começa a registrar a atividade fantasmagórica e que vai se revelando cada vez mais maligna - e entender o que assombra principalmente a personagem Katie.

É um pouco difícil de compreender o hype todo em cima da produção, se lembrar que há 10 anos, A Bruxa de Blair assustava da mesma forma, com atuações excessivamente dramáticas, a câmera amadora, uma estética muito mais atraente - o cenário ajudava - e com um roteiro consistente e enigmático como plano de fundo. Talvez o fato de Atividade Paranormal ser inferior em termos de narrativa, personagens e argumentos - mais parece um vídeo feito para o YouTube com um roteiro em que a resposta dos eventos está no Google e o cenário é uma casa de riquinhos arrogantes - e menos batida depois da Bruxa, Cloverfield e Quarentena, é o que o torna até interessante.

O marketing construído ao seu redor - sucesso de comentários no Twitter e Steven Spielberg aprovando o longa - fazem o público assistir ao filme à espera de se surpreender e imaginar que viu algo de diferente. Mas esse é o mesmo público que tem digerido remakes de terror dos anos 80, ou refilmagens de produções orientais. Qualquer coisa que diverge desse fluxo parece ser novidade. Entretanto, mesmo sem nada inovador, Atividade Paranormal tem seus méritos.

O casal assombrado, Katie Featherston e Micah Sloat, mostra até certo realismo quando vêem o problema de perto. As reações de terror conseguem passar ao público toda agonia da situação. E o pior ainda é quando o filme deixa a própria platéia tirar suas conclusões ao ver a tal gravação. É aí que o marketing fez grande efeito. Na maioria das vezes não existe nada, mas vemos e sentimos tudo nesse nada. Quando realmente aparece algo, o tal fantasma guarda pro final a verdadeira intenção, mas até lá vemos lustres se mexendo como em Os Outros, ou ouvimos passos como em... bom, Os Outros também.

O que fica inverossímil são os argumentos que o casal encontram quando sabem que o melhor à fazer é saírem dali. Depois do maior contato físico do tal demônio com Katie, ainda somos obrigados a ouvir que ela não quer sair dali. A lógica fala mais alto e o filme cai no clichê de outros filmes, daqueles que a mocinha fugindo do assassino, no lugar de correr para rua, vai para o outro andar da casa. Em A Bruxa de Blair pelo menos a desculpa foi uma desorientação dos jovens "amaldiçoados" pela Bruxa.

Atividade Paranormal tem sido julgado por exagerados e marqueteiros como o maior terror da década, mas o que temos aqui é a criatividade se apoderando de ferramentas comuns e baratas e aproximando o público de acontecimentos que remetem a realidade. Como fraqueza, que será entediante para alguns, o filme tem um constante e forçado método de gravação 24 horas do casal - quase beirando à um reality show barato. Mas se não fosse isso não teríamos a tal sensação, certo? O final é exagerado, mas funciona como o clímax indigesto que faz a produção ser ainda mais comentada. Aqui não se pode deixar de elogiar a eventualidade, pois, o soco no estômago funciona para alguns desavisados, já outros vão de decepcionar e falarem mal do filme, e isso se transforma em mias expectativa. Bom para os mais de 100 milhões de dólares arrecadados, pra um filme que custou pouco mais de 15 mil para ser feito.

Atividade Paranormal

Paranormal Activity
EUA, 2009 - 87 min
Terror
Direção: Oren Peli
Roteiro: Oren Peli
Elenco: Katie Featherston, Micah Sloat, Mark Fredrichs, Ashley Palmer, Amber Armstrong

Trailer:



novembro 27, 2009

LUA NOVA - RESENHA

Sequência de Crepúsculo melhora em aspectos, mas continua repetitivo em outros


O fenômeno voltou e jogou poeira em Harry Potter, pelo menos em números. Baseada na série de livros da escritora Stephenie Meyer, a versão cinematográfica somou em seu primeiro fim de semana 140 milhões de dólares de dólares. Por pouco não ultrapassa Batman - O Cavaleiro das Trevas, porém relativamente comparado ao custo da produção, foi bem mais rentável. Lua Nova custou 50 milhões para ser feito, enquanto Batman mais de 200 milhões. Mas nem tudo é sucesso. O best-seller, assim como o filme tem dividio opiniões até mesmo dos fãs. Eu não li o livro, e realmente pelos filmes você percebe que a história não tem nada de mais. Foi feito para um público segmentado e traz uma protagonista mal escrita, sem carisma e que se não fosse a fantasia ao seu redor, nada disso teria essa proporção.

Lua Nova mudou de direção (entra Chris Weitz e sai a fraca Catherine Hardwicke), mas continua perdido em meio a diálogos arrastados, melosos e repetitivos em comparação a Crepúsculo. Talvez devessem mudar o roteirista também. Aqui é possível ver que aconteceu alguma melhora nas atuações, cenas de ação... Mas as cenas românticas continuam entediantes.

O filme começa com o aniversário de Bella (Kristen Stewart quase inexpressiva como a personagem pede) sendo comemorado junto com a família do seu amado Edward (Robert Pattinson esse o oposto, com expressões exageradamente franzidas). Porém, antes disso, ela tem um sonho em que aparece velha e o vampiro continua claro, com carinha de "17". Bella que vive se machucando, corta o dedo em um papel e quase é atacada por um dos irmãos. Ai começa o drama do casal Romeu e Julieta. Ele querendo salvar a amada do perigo que é amar um vampiro, inventa que não a quer mais e some da cidade.

Noites de pesadelos atormentam a jovem que se vicia em adrenalina, pois nesses momentos Edward aparece em seus pensamentos. É ai que entra Jacob (Taylor Lautner bombado e roubando a cena) e começa a fazer companhia a Bella, consertando motos e criando laços mais amorosos. Só que uma situação, leva o descendente de índios também dar o fora na garota. E tudo volta ao início.. Sofrimento, depressão, desorientação, além de perigos para a moça, que até pular do penhasco ela pula. Essas cenas dão alguma agilidade ao filme, mas são patéticas. Outras foram inseridas para a trilha sonora ser encaixada - afinal temos um álbum pra vender! Algumas são estranhas, como Edward no Rio de Janeiro, em meio a favela (?). Mas felizmente a produção não tem mais cara de tele filme, e novos personagens chegam deixando o filme mais interessante como o Clã dos Volturi, entre eles a talentosa Dakota Fanning.

O fato é que Lua Nova demonstra alguma evolução, mas é perceptível que poderia ser melhor. Fãs que dizem que o filme deveria ser mais fiel ao livro, acordem! Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa. Adaptações boas, devem captar essência da história e transformá-la em um roteiro consistente mesmo que acrescentando ou tirando cenas. Sempre pensando no melhor para o público dentro do cinema. Filmes que são feitos apenas para quem leu o livro mostra uma visão limitada no sentido de ser apenas comercial. Filme bom não precisa de um livro para ajudá-lo na compreensão da história, o cinema como arte deve ser completo.

A Saga Crepúsculo: Lua Nova

The Twilight Saga: New Moon
EUA, 2009 - 130 min
Romance / Fantasia
Direção: Chris Weitz
Roteiro: Melissa Rosenberg
Elenco: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Dakota Fanning, Michael Sheen

Trailer: