Diferente do primeiro single SwitchBlade Smiles que apostava numa sonoridade eletrônica e um visual alternativo, a banda inglesa Kasabian não dorme em serviço e lança o clipe do segundo single que entra no mercado do Reino Unido hoje. A música escolhida é a ótima Days Are Forgotten, segunda faixa do sensacional Velociraptor!, sem dúvidas um dos melhores trabalhos da banda, que mescla um clima energético, mas sem deixar de lado o bom rock'n'roll! Confira o clipe, que tem uma estética clássica mesclada com elementos de animação sensacionais - o resultado é um dos melhores vídeos do ano:
setembro 12, 2011
Veja a explosão visual de 'Days Are Forgotten', novo clipe do Kasabian!
Banda lança o novo álbum Velociraptor! semana que vem
Diferente do primeiro single SwitchBlade Smiles que apostava numa sonoridade eletrônica e um visual alternativo, a banda inglesa Kasabian não dorme em serviço e lança o clipe do segundo single que entra no mercado do Reino Unido hoje. A música escolhida é a ótima Days Are Forgotten, segunda faixa do sensacional Velociraptor!, sem dúvidas um dos melhores trabalhos da banda, que mescla um clima energético, mas sem deixar de lado o bom rock'n'roll! Confira o clipe, que tem uma estética clássica mesclada com elementos de animação sensacionais - o resultado é um dos melhores vídeos do ano:
Diferente do primeiro single SwitchBlade Smiles que apostava numa sonoridade eletrônica e um visual alternativo, a banda inglesa Kasabian não dorme em serviço e lança o clipe do segundo single que entra no mercado do Reino Unido hoje. A música escolhida é a ótima Days Are Forgotten, segunda faixa do sensacional Velociraptor!, sem dúvidas um dos melhores trabalhos da banda, que mescla um clima energético, mas sem deixar de lado o bom rock'n'roll! Confira o clipe, que tem uma estética clássica mesclada com elementos de animação sensacionais - o resultado é um dos melhores vídeos do ano:
Lista dos filmes que concorrem para representar o Brasil no Oscar!
Tropa de Elite 2 está entre eles!
Depois de anos de fracasso, finalmente, a chance de ouro surge mais uma vez. Tropa de Elite 2 foi inscrito pelo diretor José Padilha para concorrer à uma vaga como melhor longa estrangeiro do ano. Padilha já revelou publicamente que não liga muito pra isso, mas pelo jeito sua entrada no mercado internacional, pesa na sua atitude. O filme tem conquistado críticas boas em festivais internacionais, entretanto a temática do filme que é mais familiar para os moradores brasileiros, pode atrapalhar sua indicação já que o Oscar é mais abrangente. Claro que primeiro, temos que esperar alguma sensatez dos que vão escolher o representante e daí torcer pela indicação da Academia.
O representante será selecionado por uma comissão composta pela secretária do Audiovisual do MinC, Ana Paula Dourado Santana, o presidente da Associação Brasileira de Cinematografia, Carlos Eduardo Carvalho Pacheco, o ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, George Torquato Firmeza, e os representantes da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Humberto de Freitas Peregrino, Nelson Hoineff, Roberto Farias e Silvia Maria Sachs Rabello. Dia 20 será revelado o filme representante. Confira a lista dos inscritos:
"A Antropóloga", de Zeca Nunes Pires
"As mães de Chico Xavier", de Glauber Filho e Halder Gomes
"Assalto ao Banco Central", de Marcos Paulo
"Bruna Surfistinha", de Marcus Baldini
"Estamos Juntos", de Toni Venturi
"Família Vende Tudo", de Alain Fresnot
"Federal", de Erik de Castro
"Filme Vips", de Toniko Melo
"Histórias Reais de um Mentiroso VIPS", de Mariana Caltabiano
"Lope", de Andrucha Waddington
"Malu de Bicicleta", de Flávio Ramos Tambellini
"Mulatas! Um Tufão nos Quadris", de Walmor Pamplona
"Quebrando o Tabu", de Fernando Grostein Andrade
"Trabalhar Cansa", de Juliana Rojas e Marco Dutra
"Tropa de Elite 2", de José Padilha
Fonte: Folha.com
Depois de anos de fracasso, finalmente, a chance de ouro surge mais uma vez. Tropa de Elite 2 foi inscrito pelo diretor José Padilha para concorrer à uma vaga como melhor longa estrangeiro do ano. Padilha já revelou publicamente que não liga muito pra isso, mas pelo jeito sua entrada no mercado internacional, pesa na sua atitude. O filme tem conquistado críticas boas em festivais internacionais, entretanto a temática do filme que é mais familiar para os moradores brasileiros, pode atrapalhar sua indicação já que o Oscar é mais abrangente. Claro que primeiro, temos que esperar alguma sensatez dos que vão escolher o representante e daí torcer pela indicação da Academia.
O representante será selecionado por uma comissão composta pela secretária do Audiovisual do MinC, Ana Paula Dourado Santana, o presidente da Associação Brasileira de Cinematografia, Carlos Eduardo Carvalho Pacheco, o ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, George Torquato Firmeza, e os representantes da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Humberto de Freitas Peregrino, Nelson Hoineff, Roberto Farias e Silvia Maria Sachs Rabello. Dia 20 será revelado o filme representante. Confira a lista dos inscritos:
"A Antropóloga", de Zeca Nunes Pires
"As mães de Chico Xavier", de Glauber Filho e Halder Gomes
"Assalto ao Banco Central", de Marcos Paulo
"Bruna Surfistinha", de Marcus Baldini
"Estamos Juntos", de Toni Venturi
"Família Vende Tudo", de Alain Fresnot
"Federal", de Erik de Castro
"Filme Vips", de Toniko Melo
"Histórias Reais de um Mentiroso VIPS", de Mariana Caltabiano
"Lope", de Andrucha Waddington
"Malu de Bicicleta", de Flávio Ramos Tambellini
"Mulatas! Um Tufão nos Quadris", de Walmor Pamplona
"Quebrando o Tabu", de Fernando Grostein Andrade
"Trabalhar Cansa", de Juliana Rojas e Marco Dutra
"Tropa de Elite 2", de José Padilha
Fonte: Folha.com
Evanescence retorna com novo clipe! Veja 'What You Want'!
Banda lança novo álbum após cinco anos do último...
Algumas coisas são difíceis de entender na indústria da música. Uma delas é a demora em que certas bandas levam para lançarem seus trabalhos. E uma dessas é o Evanescence, banda que mistura new metal com vocal lírico e visual gótico. Liderada pela bela e talentosa Amy Lee, o Evanescence tem dois álbuns oficiais lançados na última década: o fenômeno de vendas Fallen (2003), que inclusive rendeu a banda um Grammy de artista revelação, desbancando o nervosinho 50 Cent - que deu vexame ao saber que perdeu - e o outro é The Open Door de 2006.
A saída do até então parceiro de composições de Amy, Ben Moody, atrapalhou o lançamento do segundo álbum e a ausência foi sentida no resultado. O álbum não teve o mesmo fôlego do primeiro. Agora, cinco anos depois, com a mudança de mais integrantes da banda, Amy tem a missão de impulsionar o grupo de volta aos holofotes. Os tempos são outros e as mudanças já são perceptíveis logo no primeiro single What You Want. A sonoridade eletrônica ganha destaque, mas infelizmente isso não é bom. Resta esperar que o resto do novo trabalho lembre o que o grupo fez em seus primórdios, afinal, sonoridade eletrônica não é nada novidade na indústria hoje, ainda mais com uma banda que precisava voltar não reinventada e sim fazendo o que sabe fazer melhor: rock.
Veja Amy correndo durante a noite no clipe de What You Want:
O novo álbum tem previsão de lançamento para outubro.
setembro 09, 2011
Avril Lavigne dramatiza no clipe de 'Wish You Were Here'
Vídeo é o terceiro single do último álbum
Com um álbum despretensioso na meta de conquistar o mercado, a canadense Avril Lavigne segue na surdina da indústria pop e continua promovendo Goodbye Lullaby sem gastar muito. Prova disso é o novo clipe, a balada Wish You Were Here. A cantora que nunca teve em sua videografia alguma superprodução, desta vez optou pelo mais simples da carreira.
O clipe mostra a cantora dramatizando, mostrando que está sofrendo por alguém. Chora, borra a maquiagem e se debate dentro de uma banheira. Apesar do cenário e da fotografia que caracterizam bem a essência do álbum, algo que faltou em Smile e What The Hell, os efeitos de sobreposição de imagens fazem-no bem sofrível de assistir. Felizmente a música se sustenta sozinha e o clipe vai ser apenas coadjuvante, exaltando a beleza da cantora que continua linda até triste ou molhada. Uma coisa é fazer um clipe simples, criativo e sentimental, outra é fazer um clipe preguiçoso. No caso, Wish You Were Here está mais para um You Lost Me da Christina Aguilera do que Warwick Avenue da Duffy. Confira:
Com um álbum despretensioso na meta de conquistar o mercado, a canadense Avril Lavigne segue na surdina da indústria pop e continua promovendo Goodbye Lullaby sem gastar muito. Prova disso é o novo clipe, a balada Wish You Were Here. A cantora que nunca teve em sua videografia alguma superprodução, desta vez optou pelo mais simples da carreira.
O clipe mostra a cantora dramatizando, mostrando que está sofrendo por alguém. Chora, borra a maquiagem e se debate dentro de uma banheira. Apesar do cenário e da fotografia que caracterizam bem a essência do álbum, algo que faltou em Smile e What The Hell, os efeitos de sobreposição de imagens fazem-no bem sofrível de assistir. Felizmente a música se sustenta sozinha e o clipe vai ser apenas coadjuvante, exaltando a beleza da cantora que continua linda até triste ou molhada. Uma coisa é fazer um clipe simples, criativo e sentimental, outra é fazer um clipe preguiçoso. No caso, Wish You Were Here está mais para um You Lost Me da Christina Aguilera do que Warwick Avenue da Duffy. Confira:
setembro 08, 2011
'Planeta dos Macacos: A Origem' tem visual extraordinário, além de ser um bom filme
Longa trabalha sutilmente o que não foi visto até então
No clássico dos 60, Planeta dos Macacos revolucionou a cultura pop criticando aguerra, o maltrato aos animais e reinventando o gênero da ficção científica e fantasia. Na época, o filme foi um fenômeno não de bilheteria, mas de ideais. A originalidade da história era algo sem precedentes e que abriu caminho para a exploração dos símios em filmes, séries e nos quadrinhos. Com cinco filmes lançados, sendo que apenas o original e o quarto sobressaíram com a crítica, a série ganhou um reboot com o remake de 2001 feito pelo até então mestre Tim Burton - provou que até os gênios erram - que deu sinais que a franquia não teria fôlego. Mas em Hollywood uma crise criativa mudou as prioridades. Mesmo que ruim, o remake havia feito bons números nas bilheterias, então nada como reiniciar aquilo que já fez sucesso antes. Nasce o bom Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes, EUA, 2011).
O que impressiona a princípio é a parte técnica. Esqueça a maquiagem trabalhosa - mesmo que interessante - dos filmes anteriores, estamos diante à uma revolução dos efeitos digitais que desde Avatar se mostra forte o suficiente para segurar um grande filme sozinho - isso se não levarmos em consideração os filmes de animação, mas aqui o bom roteiro ajuda na dramaticidade. Em Planeta dos Macacos: A Origem a fala não é a grande questão e sim os gestos e a expressão do rosto. Numa Hollywood viciada em querer explicar cada cena de forma didática (o grande mal de Lanterna Verde), achando que a imagem não é suficiente, aqui o filme ousa em utilizar apenas a imagem como fator crucial para o entendimento das ações. Um bom exemplo são as cenas que utilizam esses macacos digitais, como prisioneiros preparando uma fuga em massa, ditando regras e definindo o papel de cada um.
O grande líder e, porque não, protagonista é o chimpanzé Cesar (Andy Serkis, muito bem elogiado e citado como merecedor de um Oscar), filhote de uma cobaia de laboratório que servia como testes de drogas feitas para curar o mal de Mal de Alzheimer. Como sua mãe apresentou um comportamento negativo, apesar de promissor para os estudos, o projeto é vetado e todos macacos da experiência são sacrificados. Entretanto, o cientista responsável por tal estudo (James Franco), acaba ficando com Cesar, que conseguiu sobreviver. A droga surte um efeito surpreendente, dando à Cesar uma criação quase de ser humano, afinal o comportamento violento da mãe, foi causado mais pela gravidez. Mas como todo animal, os extintos de Cesar acabam ultrapassando a barreira do aceitável na sociedade humana. Com a intenção de defender o pai do cientista (John Lithgow) que sofre da doença - a grande motivação para o jovem pesquisador - acaba ferindo uma pessoa. Termina preso em uma unidade para animais abandonados ou são expulsos do convívio com os humanos e lá é maltratado - sem o conhecimento do dono.
Mas até chegar ao lugar, Cesar já demonstrava não entender muito bem o seu lugar no mundo, afinal compreende com excelência a comunicação humana, mas ainda é tratado como animal de estimação e até descobre que sua raça serve como cobaia de testes. Enfurecido pelos maus tratos que sua espécie sofre ele começa a planejar uma revolução. Além disso, durante o longa ele solta diversos fatos que interligam o filme com outros. A droga em experimento causa um efeito bom nos macacos, mas nos humanos ele é fatal - daí um simples infectado vai disseminar o vírus (a droga não passa de um vírus) e ajudar na quase extinção completa dos humanos - o que é visto nos outros filmes. Outro fato que sutilmente é mostrado umas duas vezes é que enquanto ocorre este longa, uma missão ao planeta Marte é comentada pela imprensa, e mais à frente leia-se uma manchete: "perdidos no espaço?", fato crucial que indica que a tripulação é a mesma que visita o planeta dominado por macacos e, mais a frente, no filme de 2001, descobre-se ser o Planeta Terra no futuro.
No melhor sentido como franquia, tais referências são empolgantes e dá o gosto de esperar por mais filmes. Vale lembrar que este filme também se aproveita da premissa do quarto filme A Conquista do Planeta dos Macacos, com Cesar liderando uma revolução pró macacos. Esse reinício que não renega o passado e continua divertida e com alguma profundidade é bem vinda, e o que fez do filme uma das grandes surpresas do verão norte-americano em que os blockbusters se mostraram pouco ousados e deixando de lado a inteligência do espectador. Irônico, já que muitos filmes tratam o público como alguém com Alzheimer, repetindo clichês e explicando detalhadamente sem parar. Será que a revolução nos cinemas começou ou a referência da guerra proposta por Cesar tendo como base estratégias romanas passará despercebida pela maioria que, assim como a mensagem de Avatar, da qual, muitos levaram de si apenas os efeitos especiais?
A revolução é dos macacos, mas crítica aqui é sobre a humanidade e a civilização corrompida pelas grandes corporações e pessoas gananciosas e sem escrúpulos.
No clássico dos 60, Planeta dos Macacos revolucionou a cultura pop criticando aguerra, o maltrato aos animais e reinventando o gênero da ficção científica e fantasia. Na época, o filme foi um fenômeno não de bilheteria, mas de ideais. A originalidade da história era algo sem precedentes e que abriu caminho para a exploração dos símios em filmes, séries e nos quadrinhos. Com cinco filmes lançados, sendo que apenas o original e o quarto sobressaíram com a crítica, a série ganhou um reboot com o remake de 2001 feito pelo até então mestre Tim Burton - provou que até os gênios erram - que deu sinais que a franquia não teria fôlego. Mas em Hollywood uma crise criativa mudou as prioridades. Mesmo que ruim, o remake havia feito bons números nas bilheterias, então nada como reiniciar aquilo que já fez sucesso antes. Nasce o bom Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes, EUA, 2011).
O que impressiona a princípio é a parte técnica. Esqueça a maquiagem trabalhosa - mesmo que interessante - dos filmes anteriores, estamos diante à uma revolução dos efeitos digitais que desde Avatar se mostra forte o suficiente para segurar um grande filme sozinho - isso se não levarmos em consideração os filmes de animação, mas aqui o bom roteiro ajuda na dramaticidade. Em Planeta dos Macacos: A Origem a fala não é a grande questão e sim os gestos e a expressão do rosto. Numa Hollywood viciada em querer explicar cada cena de forma didática (o grande mal de Lanterna Verde), achando que a imagem não é suficiente, aqui o filme ousa em utilizar apenas a imagem como fator crucial para o entendimento das ações. Um bom exemplo são as cenas que utilizam esses macacos digitais, como prisioneiros preparando uma fuga em massa, ditando regras e definindo o papel de cada um.O grande líder e, porque não, protagonista é o chimpanzé Cesar (Andy Serkis, muito bem elogiado e citado como merecedor de um Oscar), filhote de uma cobaia de laboratório que servia como testes de drogas feitas para curar o mal de Mal de Alzheimer. Como sua mãe apresentou um comportamento negativo, apesar de promissor para os estudos, o projeto é vetado e todos macacos da experiência são sacrificados. Entretanto, o cientista responsável por tal estudo (James Franco), acaba ficando com Cesar, que conseguiu sobreviver. A droga surte um efeito surpreendente, dando à Cesar uma criação quase de ser humano, afinal o comportamento violento da mãe, foi causado mais pela gravidez. Mas como todo animal, os extintos de Cesar acabam ultrapassando a barreira do aceitável na sociedade humana. Com a intenção de defender o pai do cientista (John Lithgow) que sofre da doença - a grande motivação para o jovem pesquisador - acaba ferindo uma pessoa. Termina preso em uma unidade para animais abandonados ou são expulsos do convívio com os humanos e lá é maltratado - sem o conhecimento do dono.
Mas até chegar ao lugar, Cesar já demonstrava não entender muito bem o seu lugar no mundo, afinal compreende com excelência a comunicação humana, mas ainda é tratado como animal de estimação e até descobre que sua raça serve como cobaia de testes. Enfurecido pelos maus tratos que sua espécie sofre ele começa a planejar uma revolução. Além disso, durante o longa ele solta diversos fatos que interligam o filme com outros. A droga em experimento causa um efeito bom nos macacos, mas nos humanos ele é fatal - daí um simples infectado vai disseminar o vírus (a droga não passa de um vírus) e ajudar na quase extinção completa dos humanos - o que é visto nos outros filmes. Outro fato que sutilmente é mostrado umas duas vezes é que enquanto ocorre este longa, uma missão ao planeta Marte é comentada pela imprensa, e mais à frente leia-se uma manchete: "perdidos no espaço?", fato crucial que indica que a tripulação é a mesma que visita o planeta dominado por macacos e, mais a frente, no filme de 2001, descobre-se ser o Planeta Terra no futuro.No melhor sentido como franquia, tais referências são empolgantes e dá o gosto de esperar por mais filmes. Vale lembrar que este filme também se aproveita da premissa do quarto filme A Conquista do Planeta dos Macacos, com Cesar liderando uma revolução pró macacos. Esse reinício que não renega o passado e continua divertida e com alguma profundidade é bem vinda, e o que fez do filme uma das grandes surpresas do verão norte-americano em que os blockbusters se mostraram pouco ousados e deixando de lado a inteligência do espectador. Irônico, já que muitos filmes tratam o público como alguém com Alzheimer, repetindo clichês e explicando detalhadamente sem parar. Será que a revolução nos cinemas começou ou a referência da guerra proposta por Cesar tendo como base estratégias romanas passará despercebida pela maioria que, assim como a mensagem de Avatar, da qual, muitos levaram de si apenas os efeitos especiais?
A revolução é dos macacos, mas crítica aqui é sobre a humanidade e a civilização corrompida pelas grandes corporações e pessoas gananciosas e sem escrúpulos.
setembro 05, 2011
Relacionamentos são o foco da (lenta) terceira temporada de 'Nurse Jackie'
Temporada preparou terreno para algo muito maior
Depois do explosivo final da segunda temporada, Nurse Jackie, perdeu o frenético ritmo e apostou no que pode ser considerado "embromação" por parte dos roteristas. A sensação é que querem construir um seriado consistente com várias temporadas e, assim, adiou qualquer emoção mais forte no momento. Pra começar tivemos uma primeira temporada genial, que mesmo sem um final grandioso, o seriado ganhou sua audiência e a aprovação da crítica. A segunda temporada cresceu, intensificou sua exploração na mente viciada da personagem, mas que ao mesmo tempo tem um grande coração. Em seu final, Jackie é encurralada pelo marido e pela amiga que descobrem seu vício. O grande gancho então, se perde quando favorecem Jackie e suas mentiras, apenas botando lenha na relação da enfermeira com o marido e a amiga nesta terceira temporada. Agora um novo gancho promete uma temporada mais movimentada, basta eles escolherem trabalharem isso. Jackie foi desafiada como necessitava ser, mas isso demorou demais.
Era óbvio que não veríamos a protagonista enfrentando uma clínica de reabilitação. Ela nem quer se tratar. Sabe que é uma peça importante em um hospital burocrático e com problemas, tem um senso de justiça cativante e ainda por cima se esforça para ser uma boa mãe. O saldo disso vem com seu abuso em medicamentos - afinal tudo tem o seu preço. Entretanto, ela ficou diante de novos problemas. Seja na família, já que sua relação com o marido ficou complicada, com ele tentando controlá-la e ela devendo cada vez mais satisfação; a relação com a melhor amiga que se sentiu traída quando Jackie dizia se tratar da dor causada por um problema nas costas utilizando o raio x de um outro paciente; e sua filha que possui problemas psiquiátricos dignos de assombrar qualquer pai. Durante a temporada outros apareceram, como a morte acidental de seu traficante principal e a chegada de um enfermeiro que por antipatia começa a desconfiar do seu vício.
Mas Nurse Jackie começa a sofrer do mesmo mal que tem feito outra série - da mesma emissora por sinal - cair no exagero: Dexter. Cheguei traçar um paralelo entre as séries, mais Mad Men, que possuem protagonistas com segredos obscuros e buscam formas de esconder isso de qualquer jeito, porém a história de Don Draper é tão bem contada, ele por si só já é tão inatingível, que o seriado de época se saiu bem. Já Dexter agora é um seriado caricato, forçado e exagerado. Nurse Jackie caminha para o mesmo sentido. Lembrando que Breaking Bad se encaixaria aqui entre essas, mas sabemos que o seriado já tomou rumos bem melhores que essas três.
Primeiro que todos esses problemas acabaram e deram a chance de Jackie se sair bem. Algumas palavrinhas aqui e ali e seu marido voltou a ficar de bem com a esposa; Drª O'Hara quer ajudar a amiga passando remédios na intenção de livrá-la do vício (mas foi tão tarde que não vimos isso começar); Kelly, o novo enfermeiro, se revela um viciado, mesmo tendo conquistado todos do hospital - ele também forçou uma investigação entre os enfermeiros com direito a teste de urina, mas sua chefe, Gloria, com medo de perder uma grande líder no hospital jogou o exame de Jackie fora; o traficante morreu, encerrando qualquer drama relacionado a descoberta da relação deles; sua filha começou a tomar remédios controlados, que apesar de criar novos dilemas à Jackie, no fim nada se levou adiante. Até a dica de um paciente ajudou ela em controlar sua abstinência forçada: adrenalina.
Mas nada como um final de temporada para jogar uma bomba ainda maior: Kevin, seu marido, a traiu. E por impulso ela pediu para ele fazer as malas. Será que na próxima temporada essa reviravolta vai dar um novo destino ao drama? - Vale lembrar que isso também foi uma forma de livrar Jackie, quanto à sua traição com Eddie (algo que ainda os dois temiam serem descobertos por ele), deixando o marido no mesmo nível dela.
A temporada decepcionou na resolução desses problemas para a enfermeira, mas beneficiou os coadjuvantes. O hilário Dr. Cooper teve que enfrentar o divórcios das suas mães e ainda o fiasco de um casamento que colocou seu ego em mals lençóis; a Drª O'Hara teve o seu momento ao discutir com a amiga e jogar todas as verdades em sua cara - foi lindo de se ver; Zoey rouba a cena com seu jeitinho infantil e alegre de levar o trabalho e seu namoro com Lennie; Thor também conseguiu chamar atenção em alguns episódios, assim como a durona, porém divertida, Gloria, sempre pondo os interesses do hospital na frente das reais necessidades. Todos eles brilharam e conseguiram segurar alguma vontade de continuar seguir a jornada de Jackie. Uma pena, Eddie Falco é brilhante e faz da enfermeira uma das personalidades mais incríveis da TV.
Depois do explosivo final da segunda temporada, Nurse Jackie, perdeu o frenético ritmo e apostou no que pode ser considerado "embromação" por parte dos roteristas. A sensação é que querem construir um seriado consistente com várias temporadas e, assim, adiou qualquer emoção mais forte no momento. Pra começar tivemos uma primeira temporada genial, que mesmo sem um final grandioso, o seriado ganhou sua audiência e a aprovação da crítica. A segunda temporada cresceu, intensificou sua exploração na mente viciada da personagem, mas que ao mesmo tempo tem um grande coração. Em seu final, Jackie é encurralada pelo marido e pela amiga que descobrem seu vício. O grande gancho então, se perde quando favorecem Jackie e suas mentiras, apenas botando lenha na relação da enfermeira com o marido e a amiga nesta terceira temporada. Agora um novo gancho promete uma temporada mais movimentada, basta eles escolherem trabalharem isso. Jackie foi desafiada como necessitava ser, mas isso demorou demais.
Era óbvio que não veríamos a protagonista enfrentando uma clínica de reabilitação. Ela nem quer se tratar. Sabe que é uma peça importante em um hospital burocrático e com problemas, tem um senso de justiça cativante e ainda por cima se esforça para ser uma boa mãe. O saldo disso vem com seu abuso em medicamentos - afinal tudo tem o seu preço. Entretanto, ela ficou diante de novos problemas. Seja na família, já que sua relação com o marido ficou complicada, com ele tentando controlá-la e ela devendo cada vez mais satisfação; a relação com a melhor amiga que se sentiu traída quando Jackie dizia se tratar da dor causada por um problema nas costas utilizando o raio x de um outro paciente; e sua filha que possui problemas psiquiátricos dignos de assombrar qualquer pai. Durante a temporada outros apareceram, como a morte acidental de seu traficante principal e a chegada de um enfermeiro que por antipatia começa a desconfiar do seu vício.
Mas Nurse Jackie começa a sofrer do mesmo mal que tem feito outra série - da mesma emissora por sinal - cair no exagero: Dexter. Cheguei traçar um paralelo entre as séries, mais Mad Men, que possuem protagonistas com segredos obscuros e buscam formas de esconder isso de qualquer jeito, porém a história de Don Draper é tão bem contada, ele por si só já é tão inatingível, que o seriado de época se saiu bem. Já Dexter agora é um seriado caricato, forçado e exagerado. Nurse Jackie caminha para o mesmo sentido. Lembrando que Breaking Bad se encaixaria aqui entre essas, mas sabemos que o seriado já tomou rumos bem melhores que essas três.Primeiro que todos esses problemas acabaram e deram a chance de Jackie se sair bem. Algumas palavrinhas aqui e ali e seu marido voltou a ficar de bem com a esposa; Drª O'Hara quer ajudar a amiga passando remédios na intenção de livrá-la do vício (mas foi tão tarde que não vimos isso começar); Kelly, o novo enfermeiro, se revela um viciado, mesmo tendo conquistado todos do hospital - ele também forçou uma investigação entre os enfermeiros com direito a teste de urina, mas sua chefe, Gloria, com medo de perder uma grande líder no hospital jogou o exame de Jackie fora; o traficante morreu, encerrando qualquer drama relacionado a descoberta da relação deles; sua filha começou a tomar remédios controlados, que apesar de criar novos dilemas à Jackie, no fim nada se levou adiante. Até a dica de um paciente ajudou ela em controlar sua abstinência forçada: adrenalina.
Mas nada como um final de temporada para jogar uma bomba ainda maior: Kevin, seu marido, a traiu. E por impulso ela pediu para ele fazer as malas. Será que na próxima temporada essa reviravolta vai dar um novo destino ao drama? - Vale lembrar que isso também foi uma forma de livrar Jackie, quanto à sua traição com Eddie (algo que ainda os dois temiam serem descobertos por ele), deixando o marido no mesmo nível dela.A temporada decepcionou na resolução desses problemas para a enfermeira, mas beneficiou os coadjuvantes. O hilário Dr. Cooper teve que enfrentar o divórcios das suas mães e ainda o fiasco de um casamento que colocou seu ego em mals lençóis; a Drª O'Hara teve o seu momento ao discutir com a amiga e jogar todas as verdades em sua cara - foi lindo de se ver; Zoey rouba a cena com seu jeitinho infantil e alegre de levar o trabalho e seu namoro com Lennie; Thor também conseguiu chamar atenção em alguns episódios, assim como a durona, porém divertida, Gloria, sempre pondo os interesses do hospital na frente das reais necessidades. Todos eles brilharam e conseguiram segurar alguma vontade de continuar seguir a jornada de Jackie. Uma pena, Eddie Falco é brilhante e faz da enfermeira uma das personalidades mais incríveis da TV.
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