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junho 07, 2010

VEJA O TEASER DE HARRY POTTER !

Vídeo tem carga dramática digna de final épico


Ontem durante o MTV Movie Awards, foi exibido o segundo teaser do Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I. No vídeo, o bruxo beija, grita e se esperneia, sempre ao lado dos companheiros- já bem crescidos - Rony e Hermione. Interessante no vídeo é a cena dele se despedindo da coruja e com a música tema ao fundo... algo que lembra muito o primeiro filme... É está acabando... Confira o trailer:


Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I e Parte II estreiam - com cópias 2D e em 3D (convertido) -, em 19 de novembro deste ano e 15 de julho de 2011, respectivamente. 

junho 05, 2010

EMINEM DESABAFA EM 'NOT AFRAID'

Rapper prepara lançamento de novo álbum 

Perto de lançar seu décimo álbum de estúdio, o Eminem lança o primeiro single e põe as mágoas pra fora. A letra fala claramente sobre os últimos anos tempestuosos da vida do artista. Cita principalmente o vício em drogas e garante que vai enfrentar os demônios e seguir em frente.

Não temo tomar uma posição
Todo mundo venha segurar minha mão
Caminharemos essa estrada juntos, através da tempestade
Em qualquer clima, frio ou quente
Apenas saiba que você não está só
Grite se você sentir que tem estado pra baixo também

A música estreou direto no primeiro lugar nas paradas. Veja o clipe da música Not Afraid:


O álbum Recovery, tem data de lançamento marcado para 22 de Junho.

junho 04, 2010

FRINGE: A MITOLOGIA MAIS EMPOLGANTE DA TV

Seriado é inteligente, ágil e possui um roteiro tão atraente quanto os personagens


Pra começar, Fringe não é um grande sucesso da TV americana. Os números nesta segunda temporada ficaram em cerca de 6 milhões de telespectadores, o que não é muito ruim para os padrões da FOX, mas está longe de ser popular como outro show da casa, Bones, por exemplo. O que agrava a situação da popularidade, é que o programa enfrenta Grey's Anatomy e CSI no horário. Provavelmente a emissora deve pensar melhor nessa questão para a próxima temporada, já que Fringe foi renovada, muito mais pela qualidade e com um voto de confiança, do que essencialmente por sua audiência. Porém, arrisco à dizer, que ela é a melhor série no ar. Claro, que, isso é uma opinião pessoal e representa um gosto participar pelos temas tratados e também relativo aos seriados que estão no ar.
Transição entre universos

Assim como Lost, o seriado é criado por J.J. Abrams, um dos diretores que está com a moral tão alta que vai filmar seu novo projeto para os cinemas junto de ninguém menos que o Steven Spielberg. Abrams, é jovem, nerd e o público sabe que em seus projetos pode-se aguardar uma trama complexa, que não insulte o telespectador com mais casos no estilo Scooby Doo. Ele cria uma mitologia e aos poucos vai soltando pistas sobre diversos mistérios, e o mais interessante é que não se restringe à TV. Pela internet é possível encontrar expansões de seus trabalhos. O que dizer de Cloverfield que intriga tanto até hoje? Mesmo as escorregadas de Lost, dá para levar em conta que se tratou de uma série complexa para a TV aberta e se tivesse ao menos mais temporadas teria, quem sabe, um final satisfatório. Mas o assunto aqui é Fringe.

As duas realidades se encontrando
Quando falei do seriado aqui em 2009, esperava sim surpresas e como a crise de audiência chegou cedo, o seriado foi reformulado e logo na primeira temporada alguns dos trunfos bem legais foram jogados. A série que parecia ser um CSI com casos mirabolantes e que superavam a barreira do conhecido, virou uma trama alucinante sobre universo paralelo, seres humanos especiais e personagens cada vez mais intrigantes. O ponto forte de Fringe é de não jogar perguntas, mas sim nos apresentar teorias de tão bem feitas e impressionantes, da qual, nos deixam encantados. É ouvir as explicações científicas do Walter Bishop e, como criança, acreditar em tudo e cair de cabeça nos experimentos. É ver o casos nojentos e esperar por qual será o desfecho deles e mais interessante é saber que eles tem conexões com outros casos e mesmo com a própria mitologia.

Filmes em cartaz na outra realidade
Mas nada supera essa mitologia sobre a existência de um universo paralelo ao nosso, que funciona como um lado parecido, mas, ao mesmo tempo, diferente do nosso. E os meios que encontraram para passarem entre eles também são geniais. O ápice da série foi ver os personagens andando por aquele mundo cheio de acontecimentos diferentes e com uma tecnologia avançada. No lugar da torres gêmeas, o alvo dos ataques terroristas foi a Casa Branca apenas, e ainda tem os diferentes filmes que estão em cartaz... coisas desse tipo. É o lado diferente das intenções, das escolhas tomadas nesse universo que vivemos. A difícil agente Olivia Dunham, viu no outro lado uma pessoa mais feliz, realizada... Porém, o Walter, é frio e vingativo por conta do sequestro de Peter quando criança. O interessante da série é essa mitologia, muito mais que os casos jogados. Alguns acabam de forma chata, mas basta tocar na mirabolante história, que tudo termina espetacular.

Dr. Bishop e um Observador ao fundo
Outros fatos curiosos mostrados por Fringe são elementos importantes para o funcionamento da série. Primeiro, destaque para os Observadores, que são seres de algum mundo superior e que vivem assistindo momentos históricos da nossa sociedade. Não podem intervir em acontecimentos, mas no próprio seriado, foi possível ver que eles também são sentimentais e passíveis de erros. Temos também as cobaias tratadas com Cortexiphan, da qual, inclui a própria Olivia na lista, que na verdade são humanos preparados para serem fortes e futuramente capazes de enfrentarem soldados vindos de outras realidade. Os Shapeshifters ou transmorfos são seres de outro mundo - realidade - que atravessam de forma diferente entre os lados. A missão deles aqui era encontrarem Peter, para guiar a tal máquina que acabaria com os dois mundos. E claro, a teoria de Universos Paralelos, que já falei mais ou menos.


Peter dando sinal que não é daqui
Além disso, Fringe tem outro ponto forte que são os personagens. O Dr.Walter Bishop e seus dramas, sempre tentando contornar o que fez de ruim no passado nas experiências com humanos e chegando, indiretamente, ajudar o nazismo. A Nina Sharp uma das donas da Massive Dynamic - de tecnologias diversas - que tem um passado com Walter e toda história do sequestro de Peter. William Bell, da qual, exerceu papel grande nesse final de temporada e ajudou a trazerem Peter de volta. O trio do FBI e que fazem parte do núcleo protagonista junto do Walter, até são personagens bons, como o próprio Peter, interpretado pelo Joshua Jackson, conhecido eternamente como o Peacey de Dawson's Creek. A Olivia , talvez a protagonista mesmo, não é nem um pouco carismática e por isso a faz de forma coerente algumas ocasiões em que se é necessário mais ação do que conversa.

Depois disso tudo que descrevi, é recomendável ver a série com muita atenção, pois todo o tratamento no roteiro e na estética tem a ver com os temas propostos. É o exemplo dos números malditos de Lost, eles aparecem e se você não ficar atento, nem percebe. Fringe agora se prepara para uma nova etapa e como pode-se perceber, ainda guarda novas emoções, principalmente depois do gancho desse último episódio. Merecia muito mais do que essa audiência, quem perde é o público.

junho 03, 2010

SEXTA TEMPORADA DE DESPERATE HOUSEWIVES E A CONSTANTE REPETIÇÃO...

Sexta temporada termina como as outras...


Lembro até hoje do contagiante piloto da série Desperate Housewives. Amigas morando em uma rua onde as aparências é que importam e muitas vezes enganam. Então todas elas tinham o máximo de manter a grama a mais verde possível e assim esconder seus segredos o mais escondido possível. Infelizmente foi em momento de desespero por ver um segredo próximo de ser levado à tona que faz uma delas cometer suícidio. Daí o mistério dela é que leva às amigas começarem a investigar ao redor e impulsiona a trama.  Em meio a isso, o humor negro e politicamente incorreto é um dos maiores trunfos do seriado para manter-se interessante e como um bom entretenimento. Foi assim nessas seis temporadas. Dramas bobos, mistérios relacionados à personagens vindos de fora e que de alguma forma entrelaça as protagonistas e claro, muitas mortes e tragédias.  

Seguir as vida de Bree, Gabrielle, Susan e Lynette é mais que um prazer culposo, afinal a série apesar de seguir uma ordem, como uma novela, pouco mostra mudanças significativas nas personalidades das quatro - e motivo para isso ocorrer não faltam. Então o seriado peca por esse lado fraco. Em momentos parece um desenho animado, em que as personagens são expostas à assassinos, bandidos, filhos neuróticos, vizinhos suspeitos e acima de tudo, seus próprios problemas que no final das contas acrescentam algum tipo de moral, porém, tempos depois é como se nada tivesse acontecido. Talvez, a que mais aprendeu algo e é perceptível é a latina Gabrielle, que deixou de ser fútil e nessa temporada demonstrou muito o quanto o passado como modelo bitch, ficou para atrás.

Nesse final entretanto, apesar de mais do mesmo, Desperate mostra que a fórmula sem aprofundamento é até interessante de se manter. Imagino que depois de passarem por tanta coisa, se isso não seria prejudicial ao humor das donas de casa. O mistério da temporada deixou um pouco à desejar dessa vez com Angie. Essa coisa de bomba, terrorismo... Esperava um pouco mais de ação e pistas jogadas, porém não foi bem o que pensava... Talvez pra isso criaram o outro psicopata que terminou sequestrando a Lynette grávida... Pronto. Bree já passou por algo parecido, a Susan na última temporada e agora a Lynette. A Gabrielle ainda não se deparou com algo tão traumático, mas... série renovada... Até quando as donas de casa desesperadas vão aguentar mortes, aviões caindo, assaltos em supermercados, doenças, furacões em Wisteria Lane?

junho 01, 2010

Grey's Anatomy se renova com o chocante final da sexta temporada

Episódio final sela o que foi uma incrível mudança na série - para o bem


Despontada como uma das melhores séries da tv americana no momento, Grey's Anatomy tem perdido audiência nessa última temporada. Com média de 10 milhões, o seriado chegou a ficar com mais de 20 milhões em seu inicio, mas claro, vale ressaltar que agora se trata de uma série veterana e que tem sido injustiçada nas premiações especializadas, pois, tanto a quinta quanto a sexta temporada foram incríveis e de uma qualidade inquestionável.

Shonda Rhimes criadora da série, sempre teve um papel difícil em conciliar brigas nos bastidores, saídas de personagens e ainda manter o ritmo de um programa que parece complicado a continuar de qualidade, já que série médica não é algo inédito na TV e muitos temas foram explorados de diversos ângulos. Acredito que a inclusão de diversos personagens nessa temporada foi algo que apenas fez bem ao seriado. A união do Seattle Grace Hospital com o Mercy West, criou momentos interessantes, principalmente na disputa entre os residentes por pacientes. Meredith Grey, que devia ser a protagonista, ficou um pouco apagada, já que agora sua vida amorosa está praticamente resolvida com Deryck, da qual, teve o drama de se tornar o novo "chefe" e em uma medida complicada bater diferente com o Webber - que passava pelo problema de alcoolismo.

A Cristina Yang, interpretada pela incrível Sandra Oh, conseguiu os momentos mais emocionantes e impactantes ao logo da temporada. A questão de ser aprendiz da Drª Teddy Altman que já havia tido um caso com seu amor, o Drº. Owen "McArmy" Hunt. Outro que passou por momentos de transição foi o Mark "McSteamy" Sloan em que chegou a abrir mão de sua promiscuidade para ser pai, acabou que tudo voltou ao normal, menos o seu amor pela Lexie Grey. A "little Grey" por sua vez, agora está se envolvendo com o complicado Alex Karev - já que Izzie sumiu e mesmo amando o núcleo dela na última temporada - confesso que agora não está fazendo falta alguma. Bons momentos vieram também com o casal lésbico - obrigatório em toda série - Callie Torres e Arizona Robbies. Começou com dúvidas de como fazer progredir e acabou em um exagerado drama sobre maternidade, mas, que ao menos com as duas boas atrizes convenceu. A Drª Bailey, mais light, agora começa um novo romance com um anestesista. Ela rouba a cena sempre que aparece, inacreditável.

No último episódio, o atirador Sr.Clark, parte em busca de vingança contra àqueles que cuidaram a sua esposa, mas com complicações terminou com morte cerebral e os aparelhos foram desligados contra a vontade dele. Deryck e Webber são os principais alvos, além de Lexie. Pra mim foi completamente inesperado. Mal fazia ideia que o desfecho da história poderia ser de forma tão grandiosa e impressionante. Via o lance do processo contra o hospital de forma chata, pensei que era apenas um jeito de complicar a vida do novo chefe. Tudo no episódio foi impressionante, mesmo que meio manjado (é impossível não questionar as coincidências como os que estavam próximos uns dos outros no momento de confinamento, são os que tinham assuntos pendentes). Menos manjado, claro, a Drª Bailey que sozinha faz a própria série se quiser. Mas é impossível não destacar a fala da Grey, em que começa narrando que viveu todos grandes momentos dentro daquele hospital e agora passou os seus piores, a cena do aborto então...foi forte. Agora ela odeia o lugar. Tem gancho melhor?

Grey's Anatomy, é sem sombra de dúvidas o melhor drama da TV no momento, mesmo que já veterano conseguiu dar a guinada que necessitava para manter-se em destaque. E agora depois de tantas mortes, voltará renovada. Tem coisa melhor do que renovação de série? E ainda mais uma tão boa. Mas nessa sexta temporada, com alguns obstáculos, fechou com mais de 15 milhões em audiência, superou até Lost. Com personagens e episódios tão bem desenvolvidos, Grey's Anatomy terá vida longa, assim espero.

maio 27, 2010

NOVIDADES: FILME DE SKINS É CONFIRMADO!

 Longa baseado na série adolescente de grande sucesso no Reino Unido, será sobre as duas fases


Skins faz um enorme sucesso em alguns países da Europa, entretanto, também é uma febre na Internet e logo ficou popular aqui no Brasil. Exibido pela VH1 Brasil e pela HBO, a série já terminou a quarta temporada e "fechou" o ciclo da 2ª fase, que substituiu o elenco principal. Agora um novo ciclo irá começar em meados de 2011. Mas, quem acompanha a série sabe que, inexplicavelmente, as fases de Skins não terminam de modo que explica certos acontecimentos. Não soa poético e sim patético. Mas pode ter uma explicação, depois de muitos boatos, foi oficialmente confirmado a produção de um filme que resgata a trama das duas primeiras fases.

De acordo com a NME e próprio site oficial, as gravações começam em setembro e o lançamento é previsto para o próximo verão no hemisfério norte, ou seja, daqui um ano. Dirigido por Charles Martin e produzido por Chris Clough, foi confirmado que serão incluídos cerca de quatro personagens novos, além do elenco da primeira e segunda fase. Porém, o o seriado impulsionou a carreira de alguns atores como Dev Patel e Nicholas Hoult, o que não confirma a presença deles no filme. Dev foi protagonista do grande vencedor do Oscar de 2008, Quem quer ser um milionário? de Danny Boyle e Nicholas foi elogiado recentemente pela atuação no longa Direito de Amar, de Tom Ford. Outra que também é incerteza no longa, é Kaya Scodelario, a Effy, que recentemente tem disputado papéis importantes em novos filmes e fez uma participação no clipe She Said do rapper Plan B, que é o grande hit do verão no Reino Unido.

Steve Christian, produtor executivo do filme Skins e da distribuidora CinemaNX, disse: "Os maiores críticos de Skins são os próprios fãs e vai ser um grande desafio. O programa tem essa base de fãs incríveis, apesar de todos os personagens em mutação. O que nós não queremos fazer é um episódio de 90 minutos de Skins. Seria um completo desastre". Vamos aguardar.


A resenha da 4ª temporada do seriado você encontra aqui.