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março 11, 2010

A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE - TRAILER PREMIERE

Terceira parte do fenômeno literário e cinematográfico ganha primeiro teaser


Confesso que esse teaser foi o melhor já produzido desde o lançamento de Crepúsculo. Finalmente a produção se assume como dramalhão mexicano, com o triângulo amoroso consistente e complicado entre vampiro, humano e lobisomem. Provavelmente a produção de marketing cansou de querer chamar o público masculino para ver a novela, ausentando de vez as cenas de ação pelo menos nesse teaser. E, claro, por isso não podia faltar o descamisado Jacob.


A direção dessa vez fica por conta de David Slade que dirigiu a adaptação de HQ também de vampiros 30 dias de noite, e pasmem, o sádico terror Meninamá.com!

Confira a prévia:


Eclipse estreia em 20 de junho. Resenhas de Crepúsculo e Lua Nova você encontra aqui e aqui.

março 08, 2010

OSCAR 2010: A POLÊMICA AVATAR

Premiação precisava apimentar a disputa, mas exagerou na dose

Primeiro que fique bem claro. Esse filme já foi visto antes e nem faz muito tempo. Porém, teve menos comoção porque O Senhor dos Anéis não foi tão popular em seu lançamento como Avatar está sendo no calor dos recordes. O épico de Peter Jackson ganhou popularidade aos poucos e melhorou de público apenas depois do segundo filme, produzido  junto com o terceiro - e com o orçamento bem maior. E logo depois vieram os onze Oscars para O Retorno do Rei. E é isso que a Academia parece fazer.

O diretor James Cameron anunciou uma trilogia para Avatar e a Academia economizou estatuetas para as próximas premiações (se não for isso, aposto em loucura de quem vota nisso). E a tática tem consequências polêmicas, visto que se trata de um filme bom com um tema tão pertinente. Não que Guerra ao Terror não trabalhe um assunto que seja pertinente, mas Avatar é sobre humanidade, é de uma esfera maior e que pode-se chamar de universal. Agora é esperar os próximos dez anos para que justiça seja feita, e nós cinéfilos ficamos apostando no grande bolão que o prêmio se tornou - há anos.

Quando se tem Sandra Bullock levando prêmio de Meryl Streep (Julie & Julia), isso não mostra tanta ousadia, e beira à uma estúpida escolha. Ano passado Kate Winslet levou, mas realmente fez por merecer, anos após anos sendo indicada por trabalhos belíssimos e melhorando a cada ano. O que Sandra fez? Não desmerecendo o talento da atriz, mas são tantas escolhas erradas, que é difícil acreditar que ela suou para chegar onde está como outras. Outro fator discutível é o favoritismo de alguns filmes em categorias que realmente são fortes e conseguem naufragar na hora do prêmio.

Amor sem Escalas favorito em roteiro adaptado precisava de pelo menos um prêmio para ser lembrado de alguma maneira - e tudo o favorecia, desde atuações até o roteiro sobre um assunto atual que é a crise econômica. Saiu de mãos vazias. Preciosa, por mais que seja isso tudo, ganhou o mais importante que ele poderia levar (Melhor Atriz Coadjuvante), afinal é um filme que tem em seu forte as atuações. E Bastardos Inglórios, em que seu forte é a originalidade do roteiro, ganhou um  prêmio tão óbvio que é pouco diante do que merecia (Melhor Ator Coadjuvante).

Se o Oscar desse ano não quis chover no molhado, já que Avatar é tão grande para se sustentar sozinho e vai crescer ainda mais entre crítica e público futuramente, pelo menos que eles fossem mais justos e não fizessem o tão odiado óbvio, deixando de lado grande merecedores e fazendo dessa premiação, além de ser a mais apática e chata, a causadora de uma polêmica com fundamentos tão pretenciosos quanto o valor real que o prêmio tem.

Por outro lado, que sirva pelo menos de lição para o Brasil, pois,  temos muito a perder quando não apostamos no cinema real e que não é necessário 500 milhões de orçamamento para se ganhar reconhecimento. Mesmo que as boas piadas de Steve Martin e Alec Baldwin, é difícil achar graça no joguinho que eles fazem com os vencedores. Confira a lista de quem ganhou o bolão - em negrito:


março 07, 2010

O vazio existencial exposto em 'Amor sem Escalas'

O ser humano e a descoberta de sentimentos em fases da vida


A vida de Ryan Bingham (George Clooney), um Conselheiro de Transições de Carreira, não poderia ser mais complicada. O executivo trabalha em uma empresa que é contratada para demitir funcionários em grandes corporações. Os chefões dessas empresas não têm a coragem de fazer esse serviço e por isso pedem ajuda a pessoas como ele que dão um alento para os ex-funcionários. É até compreensível em partes, as reações são de pessoas desesperadas chegam a comparar a demissão até com a morte. Viajando de avião de um lado pro outro, Ryan não possui fortes laços afetivos com seus parentes e nem amizades verdadeiras. Se diz cercado de pessoas, mas a verdade é que se isola a cada viagem, vive distante do mundo real e não sente falta de ter uma família. Seu único hobby é acumular milhas para onde voa, sem pensar no que fazer depois com elas. 

Em meio a esse individualismo e a profissão dominada - em que construiu táticas eficientes a cada resposta e reação dos recém demitidos -, ele conhece conhece Alex (Vera Farmiga), com quem começa uma relação um tanto impessoal, da qual, os meios eletrônicos controlam quando vão se encontrar ou a troca de mensagens via celulares fazem parte do compromisso. O sexo é casual e os encontros são para preencher lacunas existentes na vida dos dois. Porém, ele também conhece Natalie (Anna Kendrick) que entra em sua empresa e apresenta um novo plano de demissão via videoconferência, tudo feito pela web. Natalie é uma jovem formada e quer entrar no emprego pelo desafio e principalmente por causa de um namorado, da qual decide seguir. A diferença entre as duas? Basicamente, que uma é aparentemente a versão de saias de Ryan e a outra é uma jovem sentimental.


Durante as viagens e aos preparativos de casamento da irmã, Ryan ouvindo os conselhos de Natalie e com seu apego por Alex aumentando, consegue aos poucos visualizar outras perspectiva e perceber o quanto é sozinho. Por mais que ele fuja da realidade que é sua casa vazia, um dia se dá conta que poderia fazer diferente e não ser um parente esquecido ou um amante qualquer. Nesse fluxo de sentimento também percebe-se o vazio existencialista dos outros personagens como o de Alex e a mudança de Natalie que não aguenta a pressão do desumano trabalho.

O diretor Jason Reiman  optou em dar um toque cômico no emprego de Ryan, assim também como fez em Obrigado por Fumar, com o porta voz da indústria de cigarros. São trabalhos difíceis, e que se fundamentam em um script que de tão convincente até eles mesmos passam a acreditar nele. Se iludem pela falta de humanidade ali presente nas palavras reconfortantes. O problema - ou solução - é que os seres humanos são cheios de sentimentos que despertam a cada momento da vida, sejam pra alertar ou para confundir ainda mais. Um filme que nada tem a ver com o título traduzido e muito menos deveria ser vendido como uma simples comédia romântica. Amor sem Escalas é sobre a vida, sentimentos e acima de tudo, a percepção de perda de tempo com futilidades, e a rejeição de pessoas que são importantes para a vida - talvez motivada pelo medo de conflitos e julgamentos - , que deve-se pôr todas elas em uma mochila e não deixar para trás.
  
Amor Sem Escalas
Up In The Air
EUA, 2009 - 109 min
Romance / Drama / Comédia 
Direção: Jason Reitman 
Roteiro: Jason Reitman e Sheldon Turner 
Elenco: George Clooney, Anna Kendrick, Vera Farmiga
Trailer:

A realidade não fabricada em 'Preciosa, Uma História de Esperança'

A realidade que choca, mas não é surpresa pra ninguém


Muitos reclamam que o cinema brasileiro expõe demais o que temos de pior a mostrar do país. Mas em termos cinematográficos, essa realidade é o que faz o cinema ser um dos melhores veículos de comunicação de massa para mostrar uma cultura, e causa reflexão em quem assiste. Se ver a pobreza como ela é pode causar repulsa em alguns, outros sabem aproveitar da melhor forma e fazer a sua parte. Entender e deixar de lado certos preconceitos já é algo. Não é à toa ver Cidade de Deus sendo considerado um dos melhores filmes produzidos e conquistando o feito de ser indicado à quatro estatuetas do Oscar. E porque não salientar também que ele abriu uma nova perspectiva de mostrar realidades de culturas em que a desigualdade social é a maior causadora da violência? Quem quer ser um  Milionário? é o ápice disso, mostrando uma Índia que ninguém conhece a partir dos cartões postais. Uma Hollywood menos contida, finalmente tem absorvido dessa nova dinâmica e contado histórias de personagens não necessariamente reais, mas que vivem de forma real. Preciosa é o mais novo exemplo desse tipo de cinema.

Apesar de uma trama envolvente e muitas vezes chocante, Preciosa até inova no assunto, mas não chega a surpreender. Trata de uma temática triste realista do ser humano e explora melhor uma personagem que provavelmente aqui no Brasil, seria mais um caso para os tablóides sensacionalistas abusarem. Mesmo se tratando de Estados Unidos, até que o filme não maquiou o problema como de costume, basta as cenas de abuso e o depoimento sem pudor sobre o assunto. Os protagonistas aqui não são árabes ou latinos (apesar, claro, de um desses  representados no longa), são negros americanos (tratados da mesma forma em vários lugares por lá), morando nos guetos que os países de primeiro mundo oferecem. A jovem Claireece Preciosa Jones (Gabourey Sidibe) de 16 anos, não sabe o que é a felicidade nem o amor. Do mesmo jeito que ela não sabe ler e nem escrever, porém é boa em matemática, algo que chama atenção da diretora do colégio, da qual ela está sendo expulsa por causa de sua segunda gravidez. Então é convidada a participar de uma escola especial para esses tipos de caso.

Em casa não existe ambiente familiar eficiente para a jovem ter motivação de estudar e sonhar com um futuro melhor. Sofre abuso sexual do pai e é violentada fisicamente e verbalmente pela mãe (Mo'Nique). Mesclando cenas fortes e repulsivas, a válvula de escape da jovem é viajar mentalmente com a fama no show business junto com um namorado de cabelo bom e rico. Tirando isso, ela não tem uma visão positiva do futuro à não ser trabalhar ganhando pouco. Porém, uma coisa que acredita e sem dúvidas a chave para contornar o problema, é apostar na sua educação. Isso é uma escolha pessoal e a jovem aproveita bem isso. A mãe sempre foi contra e induz a menina à seguir o caminho do assistencialismo que o governo fornece e o que garante a sobrevivência dela, enganando os assistentes.

Nessa escola especial Preciosa recebe a atenção da professora Sra. Blu Rain (Paula Patton), que junto com uma turma de garotas negras ou de ascendência latina (e para mostrar o tamanho da desigualdade, um garoto branco aparece por lá nos momentos finais), a jovem é acolhida e aprende a por para fora seus problemas, escrevendo-os em um diário e assim aprendendo a superá-los, muitos são traumas provenientes desses constantes abusos. Preciosa ressurge do abismo e mantém a cabeça erguida. Quando novos problemas surgem, ela dessa vez tem uma mão erguida para ajudá-la a levantar, além de criar essa capacidade de ver e seguir além.

Juntando atuações impecáveis e uma boa direção de Lee Daniels - que consegue pôr o público na pele da sofrida jovem - as indicações ao Oscar são merecidas e em especial na atuação incorrigível de Mo'Nique - melhor atriz coadjuvante -  como a mãe que consegue por medo em qualquer um. Uma atuação digna e competente, ainda mais se tratando de uma atriz que também é humorista. Até Mariah Carey consegue convencer na pele da assistente social. A edição também é excepcional e causa arrepios ao retratar as cenas de violência (sem mostrar muito) mescladas com os sonhos da jovem. Todos esses atributos fazem o filme marcante e que mesmo não surpreendendo diante tantos outros similares já feitos - para citar alguns, Escritores da Liberdade (2007) ou até mesmo um nacional, o emocionante O Contador de Histórias (2009) -, sem dúvidas a personagem Preciosa estará presente nas mentes de quem o viu por um bom tempo - principalmente ao reclamar da vida.
  

Preciosa – Uma História de Esperança
Precious: Based on the Book “Push” by Sapphire
EUA, 2009 - 110 min
Drama 
Direção: Lee Daniels 
Roteiro: Damien Paul 
Elenco: Gabourey "Gabbie" Sidibe, Mo'Nique, Paula Patton, Lenny Kravitz, Mariah Carey, Sherri Shepherd

Trailer: 




março 04, 2010

Musical 'Nine' é um fracasso na tentativa de revitalizar o gênero. Por quê?

A grande promessa do ano passado e do Oscar, fracassou com críticos e público


No momento em que o cinema respira musicais e a maré nunca esteve tão boa, a sinuosa pergunta surge: 'até quando'? Com o ressurgimento do gênero desde o incrível remake de Moulin Rouge de 2001 e as adaptações do teatro, O Fantasma da Ópera, o divertido Hairspray e Swenney Todd - obra de arte de Tim Buton -, passando por cinebiografias e homenagens como em Dreamgirls e Mammae Mia! até o momento áureo da boa fase gênero, com a consagração de Chicago - vencedor em seis estatuetas do Oscar em 2003 incluindo melhor filme - tirando claro, a Disney e sua versão teen com o até bom High School Musical 3, o público parece demonstrar cansaço do estilo. Prova disso é o alto investimento em Nine e o pouco retorno, ou será que a produção é uma exceção?

O filme traz curiosas coincidências com a realidade. Dirigido por Rob Marshall, o mesmo que produziu e até coreografou Chicago - o que fez mais bilheterias nos Estados Unidos -, agora está de volta nesse fracasso cinematográfico que tem muito mais estrelas que o anterior e um investimento maior e que conseguiu a pior bilheteria possível entre os filmes citados. Mas o filme não merece essa recepção tão negativa. Pelo menos pra quem gosta e musicais é um prato cheio. Com um elenco afinado, misturando veteranos de peso como Daniel Day-Lewis, Judi Dench e Sophia Loren junto a rostos mais conhecidos em outra geração como Penélope Cruz, Nicole Kidman, Marion Cotillard Kate Hudson, o maior problema de Nine está no roteiro - ou a falta dele. É estranho repetir o que todos críticos falam, mas não é difícil perceber isso. 

A história do cineasta italiano Guido,  que é elogiado pelos críticos, mas cujos últimas produções foram fracassos de crítica e público, é contada de forma rasa, sem maiores dramas, a não ser do protagonista perdido e buscando inspiração. Pressionado pela feroz imprensa - que está seguindo seus passos durante o processo de produção - o projeto nem sequer tem roteiro, mas a aposta em torno dele é tão grande que o estúdio nem se importa e já começa a montar os cenários do longa e escalar o elenco. Por enquanto existe apenas o nome: Itália. Essa busca de um roteiro leva Guido a procurar as mulheres que fizeram ou fazem parte de sua vida. Seja em lembranças ou vivenciando o presente com sua mulher e amantes, o cineasta começa a se conhecer e viver a crise, procurando uma saída.


O espaço para essa crise criativa é mesclado com os musicais que sintetizam o problema delas com o personagem, seja de sua figurinista Lilli (Judi Dench, formidável) ajudando ao dizer o que ele deseja ouvir; a sensual amante Carla (Penélope Cruz, roubando a cena mais uma vez) desejando atenção custe ao que custar e a esposa sofrida Luisa (Marion Cotillard), que tenta sustentar o casamento. Ainda dividindo a vida amorosa do cineasta está a atriz e musa Claudia (Nicole Kidman); e a sensacionalista jornalista Stephanie (Kate Hudson) - a que menos combina com o elenco. Outros números servem como uma lembrança de sua falecida mãe (Sophia Loren) e a prostituta de sua adolescência Saraghina (Fergie) - um dos melhores números do filme com a intensa música Be Italian.

Nine é isso. Clipes em meio a uma história por vezes entediante, por vezes exagerada e chega ao final sem ficar estável. O protagonista Daniel Day-Lewis não mostra força, sofre como uma frágil criança e fica ofuscado em seu próprio filme. O melhor aqui e que vale destacar, é a parte técnica: fotografia, figurinos, músicas... E aos fãs de musicais estilosos como esse, espera-se que esse fracasso seja um caso isolado e até uma lição para os próximos. No final do ano o gênero talvez fique mais fortalecido com Cher e Christina Aguilera no promissor Burlesque, e até lá que venha mais dança, música e pelo menos um roteiro com no mínimo uma pitada de alma e sincronia.
   
Nine
Nine
EUA, 2009 - 118 min
Musical 
Direção: Rob Marshall 
Roteiro: Michael Tolkin, Anthony Minghella 
Elenco: Daniel Day-Lewis, Marion Cotillard, Penélope Cruz, Nicole Kidman, Judi Dench, Kate Hudson, Sophia Loren, Stacy Ferguson

Trailer: 

 

 

março 01, 2010

PAOLO NUTINI LANÇA NOVO VÍDEO EM PROL DE CAUSA HUMANITÁRIA

Cantor se junta ação que busca aumentar o desenvolvimento sustentável em países pobres


Hoje em dia não basta ser pop star, vender álbuns e conseguir o respeito dos críticos, artista bem sucedido na carreira tem que mostrar que ajuda o próximo, ainda mais quando assistimos o planeta Terra se ruindo. Comemorando a marca de mais de 1 milhão de cópias vendidas pelo mundo e sucesso absoluto no Reino Unido, da qual o fez ser indicado ao Brit Awars - estranhamente perder e nem ao menos ser convidado para cantar - o escocês Paolo Nutini está apoiando a empresa de chocolates Cadbury. A empresa de alimentos que comercializa a tradicional barra Cadbury Dairy Milk, está lançando o projeto Big Swap Songs, uma iniciativa que tem como objetivo ajudar a garantir o desenvolvimento sustentável econômico, social e ambiental de um milhão de agricultores de cacau e suas comunidades em Gana, Índia, Indonésia e Caribe.

O projeto ocorre um ano depois da empresa ganhar o certificado fairtrade (comércio justo e solidário). Esse selo, é proveniente da Fundação Fairtrade que anualmente realiza o evento Fairtrade Fortnight, uma quinzena com festas, shows, apresentações, feiras, etc., e feita para celebrar o comércio justo no Reino Unido. Para se ter ideia, depois de ganho o certificado no chocolate, houve triplicação das vendas de cacau para os agricultores do produto em Gana.

Paolo se junta ao grupo The Big Ghana Band, uma banda nacional de Gana, e grava em dueto o seu recente sucesso Pencil Full Of Lead para apoiar o projeto. Essa nova versão faz parte do álbum Big Swap Songs que conta com a versão dessa banda para outras músicas de vários artistas, além de duas do próprio grupo. O álbum está disponível gratuitamente para download no endereço www.cadburymusic.com, onde também ocorre uma enquete sobre quais produtos recentemente os consumidores trocaram (ou trocariam) por produtos com o selo de comércio justo.

A versão ficou muito interessante e mais animada que o clipe da música lançada originalmente. Confira: