setembro 30, 2010

'Nosso Lar': superprodução é de encher os olhos, mas cansativa

Filme mais caro produzido no país é visualmente espetacular


A cada ano, desde a retomada do cinema nacional no início dos anos 90, o Brasil acelera os lançamentos de títulos nacionais e finalmente começa explorar outros gêneros além dos já tradicionais comédia, drama e infantil. E neste ano em especial, os filmes com temática espírita começam a surgir com o centenário do maior líder espiritual do país: Chico Xavier (1910-2002). Tudo começou com Bezerra de Menezes no ano passado, Chico Xavier o filme no início do ano, e agora Nosso Lar - mais de 3 milhões de espectadores em quatro semanas em cartaz. O sucesso deles pode ser explicado, talvez, pelo fato da temática ser muito explorada em novelas (produto midiático para entretenimento mais popular do país) e pela própria cultura do brasileiro que é espiritualista independente de religião.

Baseado no livro psicografado por Chico Xavier em 1942, ditado por André Luiz - o protagonista, Nosso Lar conta a história do médico (interpretado por Renato Prieto) que morre e continua a vida no mundo espiritual. Antes, porém, vive anos no umbral, até conseguir a redenção e ser levado para o novo mundo. Lá, ele é guiado pelo jovem Lísias (Fernando Alves Pinto) a uma cidade em que os desencarnados moram e procuram evoluir na "vida pós morte" (estudam, trabalham, fazem caridade) antes de voltarem à terra - que é o melhor lugar para evoluírem. Com dificuldades, André vai entendendo o percurso que tem de fazer para poder finalmente ver a família que deixou, afinal, é o que mais deseja no momento.

Orçado em 20 milhões, que realmente são percebidos, Nosso Lar veio com uma premissa singular de mudar a cara do cinema nacional que anda sem novidades há tempos. Porém, infelizmente se limita como voz do espiritismo e assume a chata lição de querer converter os mais céticos. Abusa da didática e de sermões. Para os espíritas, a experiência pode ser melhor do que um fã de Harry Potter assistir uma adaptação cinematográfica das histórias do bruxo, já que o filme espírita segue bem arrisca tudo que é visualizado nas obras, e só não virou filme antes porque desenhar o mundo espiritual para as telonas estava fora dos padrões tecnológicos que o país dispõe. E aí está o grande trunfo do filme. A parte técnica é impecável.

A produção tende ficar como um marco inicial do uso de técnicas mais ousadas nas produções nacionais, entretanto, pode ser um passo importante também para os filmes religiosos - no caso os espíritas. Nosso Lar, felizmente, não cai na breguice que grande parte de produções do gênero se colocam. Aqui é tudo muito limpo e bem realizado. Se para os mais céticos a produção pode impressionar apenas no visual, é prudente que os próximos filmes espíritas agora se concentrem mais no drama e menos na didática já explorada exaustivamente nesse. E que isso, sem preconceitos, seja um impulso também para outros diretores e produtoras brasileiras.  

Nosso Lar
Brasil , 2010 - 102 min.
Drama
Direção: Wagner de Assis
Roteiro: Wagner de Assis
Elenco: Renato Prieto, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno, Othon Bastos, Ana Rosa, Paulo Goulart 

Trailer: 




Abdução em massa: veja o segundo trailer de 'SKYLINE'

Prévia mostra melhor os personagens e os monstros


Depois da espetacular primeira prévia de Skyline, foi liberado agora um trailer completo com mais personagens e extraterrestres. E é agora que fica perceptível o baixo orçamento da produção, apesar dos efeitos especiais espetaculares e bem produzidos, as atuações não me convenceram - e olha que isso nem precisa, necessariamente, de dinheiro pra ficar bom. Veja e tire suas conclusões:


Skyline, tem a premissa de ser um filme com baixo orçamento sobre o gênero e é desenvolvido por Colin Strause e Greg Strause, que realizaram AVPR: Aliens vs Predator - Requiem de 2007. São eles responsáveis pelos efeitos visuais de Avatar (2009).  Na trama, uma invasão alienígena ameaça abduzir toda a humanidade. Fazem parte do elenco: Eric Balfour (O Massacre da serra elétrica), Scottie Thompson (Star Trek) e David Zayas (Os mercenários).

O filme chega por aqui em 26 de novembro.
  
Fonte: Omelete

setembro 29, 2010

'É Proibido Fumar' mostra os dilemas da sociedade "moderna"

Produção retrata o cotidiano simples de uma mulher suburbana


Vencedor do Festival de Brasília e do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, É Proibido Fumar dirigido por Anna Muylaert (Durval Discos), é um retrato de uma mulher que se encontra em um mundo moderno, mas está parada no tempo, vivendo mesmo no mundo que construiu no seu próprio apartamento. Sem dúvidas um dos melhores filmes nacionais do ano e que podia, sim, representar o Brasil no Oscar, como chegou a ser especulado, mas perdeu para o populismo de Lula, O filho do Brasil.  O filme é leve, tem atuações precisas, cheio de participações e, com simplicidade, transmite uma realidade divertida de um personagem genuinamente brasileiro.

Na trama, Baby (Glória Pires), é uma autêntica mulher de classe média, mora sozinha e construiu sistematicamente seu próprio universo. E para evitar a solidão, acende o cigarro e traga com gosto todo o silêncio que consome enquanto espera a oportunidade de conhecer alguém. Como não podia ser diferente, ganha vida dando aulas de violão e aproveita seu precioso tempo vendo programas de fofoca. O único problema que deve enfrentar de vez é a constante briga com sua irmã por causa de um sofá herdado depois da morte da mãe. E inclusive o apartamento em que vive é também da falecida mãe. Ou seja, é uma mulher que deseja viver dessa maneira esperando um amor e provavelmente morrer com ele naquele mesmo lugar.

Então eis que surge Max (Paulo Miklos), novo vizinho no condomínio que tem algumas caracterísicas bem parecidas com a protagonista. É preso no passado recente, músico e fã da música dos anos 70 e 80 com pinta de garotão, só não gosta de cigarros. Então Baby para de fumar por ele, se arruma mais, e começa enfim o processo de se apaixonar. E se o ciúmes da qual de repente começa a sentir por Max não é suficiente pra saber se ela vai continuar assim sistemática, neurótica e entediada, é apenas quando um evento muito maior  ocorre que vai colocar em prova o futuro de sua vida.

Com atuações precisas, o filme é um belo exemplo de trabalho autoral com enormes qualidade no roteiro e na caracterização tanto dos personagens quanto do ambiente. Não é a toa que foi tão premiado, mas infelizmente ficou restrito em um circuito mais de arte. Vale a pena ser conferido, principalmente pela ótima performace de Glória Pires, além da direção que consegue passar toda essência da produção ao público. Curioso como definem o filme de comédia romântica, sendo que também funciona como um drama intimista de uma personagem que na verdade pode ser qualquer mulher na meia idade. 

É Proibido Fumar
Brasil , 2009 - 89
Comédia / Romance
Direção: Anna Muylaert
Roteiro: Anna Muylaert
Elenco: Glória Pires, Paulo Miklos, Alessandra Colasanti, Dani Nefussi, Marisa Orth, Lourenço Mutarelli, Antonio Edson

Trailer:


setembro 28, 2010

'VIPs' com Wagner Moura ganha primeiro teaser!

Filme é inspirado em uma história real


VIPs está sendo exibido no Festival do Rio e ganhou seu primeiro teaser trailer. Inspirados em uma história real, o filme traz Wagner Moura na pele do golpista Marcelo do Nascimento, um jovem com o sonho de ser piloto de avião. Para conseguir realizar esse desejo, ele se passa por várias pessoas e inclusive se torna piloto do narcotráfico.

Veja o teaser, que destaca mais uma excelente atuação de Moura se firmando como astro de cinema:


O roteiro é uma adaptação do livro VIPs - Histórias Reais de Um Mentiroso, de Mariana Caltabiano. Com direção de Toniko Melo, o elenco ainda conta com Gisele Fróes, Norival Rizzo, Roger Golbeth, Arieta Corrêa e Juliano Cazarré. A produção é da O2 Filmes, com roteiro de Thiago Dottori e Bráulio Mantovani (Tropa de Elite, Cidade de Deus). O filme segue sem data de lançamento.

Fonte: RollingStone e Omelete

setembro 27, 2010

'Lula, o Filho do Brasil' é o retrato mal feito do carismático líder

Cinebiografia exalta personalidade e ainda assim não tem brilho


O cinema nacional teve uma grande estreia logo no início desse ano. A cinebiografia do então presidente Luíz Inácio Lula da Silva, foi uma das promessas de tornar-se um grande sucesso, seguindo o rastro de 2 Filhos de Francisco (2005) e se unindo a Chico Xavier, o filme como os mais lucrativos do ano ao tratar de cinebiografias. Semelhanças entre os três filmes é o que não falta. Todos os protagonistas tiveram uma infância humilde e são exemplos de superação. Mas se tem uma coisa que o Brasil ainda não se interessa, é por política. Simpatiza com espiritismo e adora música sertaneja, mas política é quase unanimidade. E nem separando ao máximo qualquer vestígio ideológico político do protagonista, Lula, o Filho do Brasil consegue decolar. E isso provavelmente é o que o faz ser fraco e sem graça.

Com direção de Fábio Barreto, a produção tenta juntar os fatos mais extraordinários do homem que conseguiu unir multidões e de fato chegar à presidência do Brasil. Mas o que poderia ser uma das histórias mais aguardadas do cinema, torna-se uma obra sem identidade, lançada em ano eleitoral (o que leva a dúvidas de sua credibilidade) e fica presa na necessidade de emocionar o público a qualquer custo. Acaba sendo quadrado e esperando o máximo atrair a população aos cinemas. Só o fato de escalarem Glória Pires, como a sofrida mãe, denota a pretensão de ser um dramático filme evento.

A trama começa em uma pobre região de Pernambuco, mostrando a mãe Dona Lindu e os filhos se mudando inicialmente para Santos, onde o seu marido alcoólatra vivia com um dos filhos e uma nova mulher. Nesse meio tempo o jovem presencia uma morte pelo caminho. Depois de um tempo, mudam-se para São Bernardo, onde Luiz começa a estudar para ser torneiro mecânico. Esforçado, fazendo bicos nos tempos livres, ganha seu diploma do Senai. Mais à frente, perde o dedo da mão esquerda e se casa com a primeira esposa Lourdes. A surpresa do filme foi a morte da esposa, da qual poucos devem ter conhecimento desse casamento. Depois dessa perda, ele é convidado para participar do sindicato das causas operárias. Nesse momento ele também conhece Marisa, sua segunda e atual esposa. Lidera a greve dos metalúrgicos, é preso pela ditadura e tem de enfrentar a morte da mãe - claro que, já é o final do filme e o roteiro tenta arrancar mais lágrimas do público.

A história não tem mais nada a contar tudo o que sabemos mais ou menos até então. Ele só omite um dos fatos essenciais e que mudaram a história do Brasil: o próprio brasileiro. Lula tem um dom natural de falar com a massa e ser compreendido, isso é mostrado de forma certeira, mesmo sem discursos realmente impactantes (provavelmente querendo omitir os ideias socialistas). Ele conseguiu fazer os metalúrgicos votarem contra os patrões, conseguiu arrastar multidões - a cena da assembleia que aconteceu no estádio da Vila Euclides, em que discursa para 100 mil trabalhadores, é sem dúvidas a melhor do longa -, mas ele também deu esperança aos jovens e aos mais necessitados. E isso o filme omite, talvez por se tratar de algo que não se concretizou como prometido, quando seu modelo econômico seguiu praticamente o da direita, ou se trata de um deslize inexplicável. Daí pode se justificar a ausência da ideologia esquerdista, sem tocar em nomes de partidos, estando apenas em favor dos operários.

Nem mesmo as atuações gloriosas do ator Rui Ricardo Diaz que cresce durante o filme e fica cada vez parecido com o jeito de falar e se portar de Lula ou o amor singelo do trabalhador com a bondosa mãe, consegue empolgar mais do que realmente se viu em sua fala de quando candidato à presidente da república que levou milhões de brasileiros a votarem em uma proposta voltada ao social, sem precedentes. Seria sim, um filme com uma história de um brasileiro que superou as barreiras e foi aclamado o mais popular do Brasil e reconhecido pelo mundo, mas aqui ele omite esses brasileiros que o fizeram ser quem ele é, os mesmos brasileiros que sonham com a igualdade social por anos, esperavam um milagre e se deparam com mais corrupção do que de fato um crescimento. Se a premissa era contar a história de vida dele, a missão falha ao não reconhecer que o presente recente implica e muito na importância do seu passado e não apenas o contrário. Afinal, não foi depois de sair da cadeia que Lula virou presidente do Brasil.


Lula - O Filho do Brasil
Brasil , 2009 - 128 min
Drama
Direção: Fábio Barreto
Roteiro: Denise Paraná, Fábio Barreto, Daniel Tendler, Fernando Bonassi
Elenco: Rui Ricardo Diaz, Guilherme Tortólio, Felipe Falanga, Glória Pires, Lucélia Santos, Cléo Pires, Juliana Baroni, Milhem Cortaz 

Trailer: 

 

setembro 24, 2010

NOVIDADES: SAIBA QUAIS FILMES ENTRAM EM CARTAZ NESTA SEXTA!

Filme sobre exorcismo e Wall Street são os principais lançamentos!

O último exorcismo (The Last Exorcism) - EUA, 2010
Direção: Daniel Stamm (PlayArte).
Gênero: horror
Elenco: Patrick Fabian, Ashley Bell, Louis Herthum.
Sinopse: Um pai de família pede ajuda ao reverendo Cotton Marcus, certo de que sua filha adolescente está possuída por um demônio que deve ser exorcizado antes que uma tragédia inimaginável aconteça.
Comentário: O filme foi bem recebido pela crítica especializada, mas ninguém parece ter gostado do final.
Bilheteria: Custou apenas US$ 1,8 milhões e arrecadou US$ 40 milhões nos Estados Unidos.
Duração: 100 min.
Classificação: 14 anos.
Trailer:

 
Wall Street: O dinheiro nunca dorme (Wall Street: Money Never Sleeps) - EUA, 2010
Direção: Oliver Stone (Fox).
Gênero: drama.
Elenco: Michael Douglas, Shia LaBeouf, Josh Brolin.
Sinopse: Jovem economista tem de juntar forças com Gordon Gekko, veterano de Wall Street. Continuação de Wall Street (1987).
Comentário: As resenhas estão sendo mistas, alguns acham a sequência uma das melhores em muito tempo, e outras acham completamente desnecessária.
Bilheteria: Estreia mundialmente hoje.
Duração: 138 min.
Classificação: 14 anos.
 Trailer:


Gente grande (Grown Ups) - EUA, 2010
Direção: Dennis Dugan (Sony).
Gênero: comédia.
Elenco: Adam Sandler, Kevin James, Salma Hayeck.
Sinopse: Trinta anos depois de sua formatura do colégio, cinco amigos se reencontram para passar um fim de semana juntos.
Comentário: Sucesso de público, o filme foi detonado pela crítica. Dizem que é um autêntico filme de Adam Slander, agora se isso é bom ou ruim...
Bilheteria: Custou US$ 80 milhões e arrecadou pelo mundo US$ 250 milhões.
Duração: 102 min.
Classificação: 14 anos.  
Trailer:


Moscou, Bélgica (Aanrijding In Moscou) - Bélgica, 2008
Direção: Christophe Van Rompaey.
Gênero: drama.
Elenco: Barbara Sarafian, Jurgen Delnaet, Johan Heldenbergh.
Sinopse: Um homem e uma mulher se conhecem a partir de um acidente de trânsito em Moscou, um bairro periférico de Ghent, na Bélgica, com uma densa classe trabalhadora.
Duração: 102 min.
Classificação: 14 anos.
Trailer:



A guerra dos vizinhos - Brasil, 2009
Direção: Rubens Xavier (Raiz Distribuidora).
Gênero: drama.
Elenco: Eva Wilma, Karin Rodrigues, Vera Mancini.
Sinopse: Três irmãs idosas são condenadas pela Justiça à prestação de serviços comunitários, sem poderem conversar durante o cumprimento da pena, depois de tanto incomodarem seus vizinhos com calúnias e ofensas.
Comentário: A produção é uma colaboração Brasil - Portugal.
Duração: 84 min.
Classificação: 14 anos.
Trailer:

setembro 23, 2010

VEJA O TRAILER DE 'THE KING'S SPEECH'

Filme vencedor Festival de Toronto é favorito na corrida do Oscar


Finalmente, foi liberado o primeiro trailer de The King's Speech  de Tom Hooper, filme vencedor do Festival de Toronto - principal termômetro para Oscar. Um dos grandes nomes recentes que saíram de lá vencedores e chegaram ao prêmio da Academia foram Quem quer ser um milionário? e Preciosa - Uma História de Esperança. The King's Speech é sobre o Rei George VI que venceu o seu problema de gagueira com ajuda do seu terapeuta da fala Lionel Logue. No elenco estão: Colin Firth (O Direito de Amar), Helena Bonham Carter (Alice no País das Maravilhas) e Geoffrey Rush (Shakespeare Apaixonado). Veja o trailer que, pra mim, coloca Firth como favorito na categoria de melhor ator:



The King's Speech estreia em 26 de Novembro nos Estados Unidos.

Fonte: Slipt Screen

VEJA O NOVO TRAILER DE 'HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE'!

 Cenas inéditas e muita, mas muita ação!


A Warner Bros. Pictures liberou na tarde dessa quinta-feira, o segundo trailer de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I. É uma prévia bem diferente daquela que saiu em junho com muito mais ação, do que fixada nos personagens. É épico, é de arrepiar. Veja:



Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I e Parte II estreiam - com cópias 2D e em 3D (convertido) -, em 19 de novembro deste ano e 15 de julho de 2011, respectivamente.

NOVIDADES: 'LULA, O FILHO DO BRASIL' SERÁ O REPRESENTANTE DO PAÍS NO OSCAR

Os indicados saem em janeiro

E não teve jeito, nem com votação do público, nem com produções consagradas em premiações dentro do Brasil e muito menos com averiguação de resultados nas bilheterias. Prevaleceu o populismo de um personagem, o jogo político e a teimosia. Lula, o Filho do Brasil, de Fábio Barreto, é o escolhido para representar o país na categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2011. A produção foi o escolhida pela comissão de seleção do Ministério da Cultura (MinC).

Veja aqui os filmes que estavam na disputa

Existia uma certa esperança entre 5 Vezes Favela, que venceu vários prêmios e foi considerado o melhor filme nacional do ano, É Proibido Fumar que também venceu prêmios importantes como o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e Nosso Lar, que estava em primeiro lugar na preferência do público em uma enquete feita no site do Ministério, além de ter quebrado recordes de bilheteria no país.

É um resultado que tem pontos positivos e negativos, mas sem dúvidas deixa o cinema como arte em segundo plano. Ainda mais numa categoria em que a qualidade é muito mais importante que o contexto político. Basta assistir o último vencedor, o argentino O Segredo de Seus Olhos, ou até lembrar da indicação de Central do Brasil na categoria em 97. Fica a esperança de ver o Brasil lá entre os cinco indicados, mas infelizmente se tratando de um filme que não foi reconhecido em nenhum lugar como o melhor e muito menos o público prestigiou-o nos cinemas. Como esperar algo da produção que nem os brasileiros reconhecem como melhor? Não que Nosso Lar merecesse, não falo apenas de bilheteria, e sim de um motivo que realmente convencesse o merecimento da produção como obra cinematográfica de qualidade.  

Participaram ainda da escolha, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), a Agência Nacional de Cinema do Brasil (Ancine) e representantes da Academia Brasileira de Cinema (CBC). Lula, o filho do Brasil  vai concorrer com produções de mais de 95 países à indicação final. No dia 25 de janeiro saem os nomes dos cinco filmes selecionados. A cerimônia de premiação será realizada no dia 27 de fevereiro de 2011.

Fonte: UOL Cinema, Cineclick

'RESIDENT EVIL 4' SE PERDE NO VISUAL

Adaptação dos games é esteticamente incrível, mas o roteiro...

Edição de texto: Rodrigo Rodrigues


 Resident Evil nunca foi um sucesso absoluto de bilheteria e muito menos entre a crítica. A culpa talvez seja do gênero, já que filme de zumbis está banalizado no cinema e agora chega à TV com Walking Dead.  Porém, algo que faz a série de filmes interessante é o fato de ser uma adaptação do famoso game da Capcom. Com uma mitologia contagiante, a saga de Alice foi uma das que levou qualidade e criatividade a era do jogos - que crescia sem parar. Mas a transposição do diretor Paul W. S. Anderson (Mortal Kombat, Alien Vs. Predador) aos cinemas, para decepção dos fãs, levou apenas algumas características às telonas.

É como se os filmes de Resident Evil fossem na verdade uma forma de matar a curiosidade dos fãs de como seria essa transposição. Com roteiro superficial, cheio de frases de efeito (sem qualquer importância para o enredo), atuações não condizentes com o contexto (todos parecem superiores ao caos), a franquia chegou ao quarto filme com apenas uma qualidade inegável: a estética. Filmado com a mesma tecnologia, que surpreendeu platéias do mundo inteiro, de Avatar, visualmente, Residente Evil 4 - Recomeço é de encher os olhos, principalmente não enganando o público com a febre de conversão que desencadeou em Hollywood nos últimos meses, da qual, despreza a qualidade do efeito. Ainda pode-se se destacar a trilha sonora, que põe ritmo na ação e até em sua ausência.  Sem isso, a adaptação é vazia e cheia de furos no roteiro, mas que tenta preencher os deslizes com cenas lentas, tiros e efeitos visuais com influências diretas de Matrix.

O filme continua a jornada de Alice, Milla Jovovich, que luta com a Umbrella Corporation da qual originou o vírus que contaminou o mundo, e agora faz uma série de experiências com novos zumbis. Então, diferente dos outros filmes, existe aqui uma preocupação de fechar as pontas soltas do longa anterior, trazendo de volta a personagem de Ali Larter como Claire Redfield. Além disso insere-se um novo personagem, que parece de importância nos games, já que foi chamado o conhecido ator Wentworth Miller de Prison Break para dar vida à ele: Chris Redfield. Só que no fim das contas, nada acrescenta.

Os furos vão desde erros de continuidade - personagens mergulham e mergulham, atiram e zumbis "aquáticos" e logo depois estão limpos e secos no topo de um prédio prontos pra continuar a luta - até o roteiro que não explica o aterrorizante carrasco "Executioner" e nem por que o vírus agora além de transformá-los em zumbis, inserem a característica tentáculos dentados nos contaminados. Estranho também é o vilão engomadinho que parece ser igual nos games, mas cai de para quedas no filme e destoa ainda mais o contexto. No final, o gancho para a continuação não parece empolgar ninguém, nem os personagens quanto menos a platéia. Ainda mais, se levar em conta que o filme não é fiel ao game e nem apresenta algo espetacular no roteiro. Apenas resta esperar um Resident Evil 5 tão bom visualmente quanto este.

Resident Evil 4: Recomeço
Resident Evil: Afterlife
EUA , 2010
Ação / Suspense
Direção: Paul W.S. Anderson
Roteiro: Paul W.S. Anderson
Elenco: Milla Jovovich, Ali Larter, Kim Coates, Shawn Roberts, Sergio Peris-Mencheta, Spencer Locke, Boris Kodjoe, Wentworth Miller, Sienna Guillory, Kacey Barnfield, Norman Yeung, Fulvio Cecere, Ray Olubowale, Christopher Kano, Tatsuya Goke, Nobuya Shimamoto, Peter Kosaka, Denis Akiyama, Kenta Tomeoki, Shin Kawai, Mika Nakashima 

Trailer: 



setembro 22, 2010

'KICK ASS' realmente quebra tudo!

Filme desconstrói, de forma genial, as regras dos quadrinhos de super heróis


Depois de ter ganho censura alta nos Estados Unidos - fato que afastou os adolescentes das sessões (potencial público alvo) - e por isso terem chegado poucas cópias aqui, as chances de ver o Kick Ass - Quebrando Tudo nos cinemas foram quase nulas. Quando tudo parecia perdido, a produção entra em cartaz em um cinema de arte. Surpresa. O que faria um filme de super heróis, com cartazes coloridos e trailers cheio de piadas ao estilo Super Bad, além da ação natural do gênero, em uma sessão perdida dentro de um cinema voltado para filmes cults?

Eis que durante a projeção me deparei com uma nova e boa surpresa. Kick Ass é controverso, politicamente incorreto, divertido e uma homenagem, com certa acidez, aos quadrinhos de heróis mais populares da cultura pop. Porém, é fato que poucas pessoas vão ter o prazer de conhecer, exatamente pelo contexto da indústria cultural. Felizmente, a internet que constrói o herói no filme é a mesma que também promove a produção. Estamos diante de uma obra tão próxima da adaptação de Watchmen e do realismo de Batman, O Cavaleiro das Trevas.

E assim como Watchmen e a produção de Christopher Nolan, Kick Ass também não é para qualquer um. Violento, o filme engana o público mais conservador que esperava um novo Homem Aranha e se depara com o conteúdo sanguinolento semelhante alguma produção de Tarantino. Como não se bastasse, no filme, uma garota de 11 anos é treinada pelo pai para virar uma justiceira que mata sem dó nem piedade. Obviamente, é isso que explica tanto o sucesso quanto o fracasso da adaptação. O exagero decepcionou àqueles que buscavam entretenimento fácil, enquanto o reconhecimento veio com um público faminto por algo diferente. Em uma entrevista, o diretor Matthew Vaugh, defendeu o conteúdo violento do filme, acusando o exagero da censura americana, mas ele se disse feliz com os elogios de quem viu e não achou nada além do normal. A verdade é que mesmo causando certa estranheza, Kick Ass ganha pelo roteiro, pelo visual e principalmente pela originalidade ao apresenta um herói pós moderno.

A produção, adaptação dos quadrinhos de Mark Millar e John Romita Jr., parte da premissa:"Se milhões querem ser Paris Hilton, com tantos fãs de quadrinhos por aí, por que ninguém quer ser o Homem-Aranha?". Quem questiona a lógica é o jovem nerd Dave Lizewski (Aaron Johnson), não popular, ele é o Peter Parker do mundo real, deprimido e esperando algo de grandioso na vida. Mas como estamos longe dos anos 60 - quando foi lançada a história do herói aracnídeo - Dave não vai esperar a mordida de algum inseto e sim parte para outro herói, o Batman. A fantasia do jovem finalmente, passa a ser real quando ele pode se inspirar com um justiceiro sem poderes, apenas com a sede de livrar a cidade dos mal feitores. É aí que o filme ganha ritmo e apresenta os personagens obrigatórios do gênero: vilões inescrupulosos - também moderno já que esconde a verdadeira face dos familiares -, o interesse amoroso do herói e àqueles outros que tentam cumprir deveres heróicos, mas seguem diferentes regras (geralmente, isso os transformam em potenciais vilões, mas não é o caso).

No início da nova empreitada, Dave se olha no espelho como Peter Parker faz ao ver as mudanças no corpo depois da picada da aranha, mas aqui o nerd apenas usa a roupa verde de super herói,  e escolhe o nome que usará: Kick Ass (refletindo a falta de inocência adolescente dos dias atuais). A primeira missão falha e tudo dá errado. Na segunda tentativa, Kick Ass é filmado e vira um fenômeno do youtube. Agora famoso, os vilões se sentem incomodados e os outros heróis da região preocupam-se com o amadorismo do novato. Esses outros heróis guardam um modelo mais clássico de seguir as regras, são eles o Big Daddy (Nicholas Cage, finalmente em um papel interessante depois de muito tempo) e sua filha Hit Girl (Chloë Moretz, que rouba a cena várias vezes). Ambos tem um passado que os motivaram à essa vingança.

Obviamente o caminho dos três vai se cruzar e ainda encontrará espaço para outro "herói" - mas aqui assumindo uma mentira e aproveitando o fato que virar herói nos dias de hoje só necessita de uma roupa e um carro no estilo batmóvel. Mas é o dilema do protagonista Dave/Kick Ass que a produção vai crescendo e brincando com os diversos clichês do gênero. Inclusive as frases como "grandes poderes, trazem grandes responsabilidades" ou o simples pensamento de entender que a garota se interessa mais pela fantasia e atitude do heróis, do que quem está ali escondido. No fundo é uma homenagem, já que nenhuma sátira sairia tão genial.

A violência exagerada, da qual Vaugh defende à qualquer custo, mesmo ocorrendo de forma irreal (como o fato da garotinha ser aquele monstro treinado, as cenas de mortes explicitas envolvem contextos surreais - microondas gigante e uma bazuca -, e fazer questão de jorrar sangue pra todo lado, inclusive com cena de mutilação), causa um impacto repulsivo já que se  trata de elementos  fantasiosos, coloridos e acelerados, diferentes dos filmes de heróis que buscaram esse realismo mas com uma estética sombria e que esconde certa violência. Em Kick Ass esse exagero limita um filme tão bom, à um público restrito e que sem dúvidas, essa característica se ausente, não o faria menos interessante do que é. O próprio roteiro cumpre essa função crítica sobre a nova sociedade que vive desses heróis construídos com as novas mídias e ainda incrementa o universo de heróis de maneira inteligente. Talvez faltou um marketing mais realista (mesmo que feito trailers para maiores), preparando o público desavisado ou desacostumado. Mas a lição que fica, é que o cinema precisava de uma obra assim, moderna e divertida.

Kick-Ass - Quebrando Tudo
Kick-Ass
EUA / Reino Unido , 2010 - 117 minutos
Ação
Direção: Matthew Vaughn
Roteiro: Matthew Vaughn, Jane Goldman, Mark Millar
Elenco: Aaron Johnson, Chloe Moretz, Nicolas Cage, Mark Strong, Christopher Mintz-Plasse, Clark Duke, Evan Peters, Lyndsy Fonseca, Jason Flemyng

Trailer:  



setembro 18, 2010

NOVIDADES: MY CHEMICAL ROMANCE CONFIRMA NOVO ÁLBUM!

Nome e teaser são divulgados!


Segundo informações do semanário NME, finalmente o My Chemical Romance confirmou o lançamento do aguardado novo álbum que era prometido para o início do ano. Nomes de duas faixas já haviam sido reveladas anteriormente: Bullet Proof Heart e Black Dragon Fighting Society. Porém, com a saída do baterista Bob Bryar, o trabalho teve de ser reformulado. Agora,  a banda de Gerard Way confirma que o novo disco vai se chamar Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys com de lançamento prevista para o fim do outono do hemisfério norte, ou seja, entre os próximos três meses. Outras informações, dão conta que o primeiro single será divulgado dia 28 deste mês e realmente trata-se da faixa Bulletproof Heart.

Para dar início a nova fase, eles divulgaram no site oficial da banda, um teaser mostrando toda a mudança, principalmente no sentido visual, antes sombrio com a fase The Black Parede e agora lembrando um filme de Tarantino - meio tosco e colorido. Veja a interessante prévia:


Os outros álbuns da banda são:  I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love (2002), o sucesso comercial ancorado pelo hit Helena: Three Cheers for Sweet Revenge (2004) e The Black Parade (2006), da qual a turnê mundial de divulgação passou pelo Brasil.

Fonte: NME e mychemicalrevenge

setembro 17, 2010

MARK WAHLBERG E CHRISTIAN BALE LUTAM NO TRAILER DE 'THE FIGHTER' , VEJA!

Filme é uma das promessas para o Oscar


 O longa The Fighter é, curiosamente, desde seu processo de produção, um dos fortes nomes que pode ser lembrado no Oscar 2011. Afinal, é baseado na vida boxeador Mickey Ward (Mark Wahlberg), um improvável candidato ao título na categoria de pesos-pluma. A sua ascensão foi apadrinhada pelo seu meio-irmão Dickie (Christian Bale, que mais uma vez muda fisicamente para um papel) que mudou a sua visão perante a vida, após entrar numa espiral descendente de drogas e crime. No elenco ainda estão Amy Adams (Dúvida) e Melissa Leo (Rio Congelado) são as co-protagonistas. Veja o trailer:


Finalmente Mark Wahlberg (Os Infiltrados) pode ser lembrado como Melhor Ator. O blog Split Screen lembrou que a Academia é propensa a valorizar os atores em filmes do gênero de luta, como o caso de Rocky (1976), Raging Bull (1980), Ali (2001), Menina de Ouro (2004) e O Lutador (2008).

Dirigido por David O. Russell (Três Reis), The Fighter no Brasil, em 24 de dezembro.

VEJA UMA ESPETACULAR PRÉVIA DA NOVA TEMPORADA DE 'FRINGE'!

São mais de 2 minutos do que pode-se esperar da trama!


A Fox Television está mesmo disposta a alavancar a modesta audiência de um dos mais espetaculares seriados dos últimos anos. Nos últimos dias, foram divulgados variados posteres e prévias de Fringe. E agora um trailer revelado mostra claramente o que pode-se esperar da terceira temporada e as consequências do que foi visto no surpreendente final da segunda. São mais de dois minutos com cenas inéditas! Dois universos podem se colidirem. Ui!

Veja a alucinante prévia:



A excelente série retorna por lá em 23 de setembro. Aqui, Fringe é exibida pela Warner Channel e pelo SBT.

NOVIDADES: CONFIRA AS ESTREIAS NOS CINEMAS!

Resident Evil 4 é o carro chefe!

Resident Evil 4: recomeço (Resident Evil: Afterlife, EUA, 2010)
Direção: Paul W.S. Anderson (Sony).
Gênero: horror, ação.
Elenco: Milla Jovovich, Ali Larter, Wentworth Miller
Sinopse: Quarto capítulo da série de adaptação dos games, com exibição em 3D.
Comentário:  Come críticas e sucesso um pouco melhor entre os quatro filmes, é a parte visual a maior qualidade da produção.

Bilheteira: Custou US$ 60 milhões e arrecadou até o dia 15, cerca de US$ 74 milhões pelo mundo.

Duração: 97 min.
Classificação: 16 anos.
Trailer:


Baaria – A porta do vento (Baarìa, Itália/França, 2009)
Direção: de Giuseppe Tornatore (Paris).
Gênero: drama.
Elenco: Monica Bellucci, Raoul Bova, Ângela Molina.
Sinopse: A vida de uma família da Sicília, na Itália, da década de 1930 à década de 1970.
Duração: 150 min.
Classificação: 14 anos.
Trailer:

 

Coincidências do amor (The Switch, EUA, 2010)
Direção: Jorma Taccone (Imagem).
Gênero: comédia.
Elenco: Jennifer Aniston, Jason Bateman, Jeff Goldblum. Sinopse: Kassie está com 40 anos e decide ter um filho. Apesar de Wally, seu melhor amigo, ser contra, ela sai em busca de doador de esperma.
Comentários: A comédia ganhou críticas mornas no mercado, mas é a atuação de Jason Bateman que parece salvar a produção.
Bilheteria: Custou US$ 19 milhões e arrecadou US$ 34,5 milhões pelo mundo.
Duração: 120 min.
Classificação: 12 anos.
Trailer:

 

Nanny McPhee e as lições mágicas (Nanny McPhee and the Big Bang, Reino Unido, 2010)
Direção: Susanna White (Universal).
Gênero: infantil.
Elenco: Ralph Fiennes, Emma Thompson, Maggie Gyllenhaal.
Sinopse: Continuação de Nanny McPhee – A babá encantada.
Comentários: Essa continuação de um modesto sucesso, que marca mais uma produção da atriz Emma Thompson, não vai conseguir sucesso mais que o original, o crítico não se animou muito, nem mesmo a crítica.
Bilheteria: Custou US$ 35 milhões e arrecadou no mundo US$ 89,4 milhões.
Duração: 109 min.
Classificação: livre.
Trailer:


 Soberano – Seis vezes São Paulo (Brasil, 2010)
Direção: Carlos Nader e Maurício Arruda (G7 Cinema).
Gênero: documentário.
Sinopse: documentário revive a trajetória dos seis títulos nacionais do clube de um ponto de vista muito especial: o do torcedor.
Duração: 90 min.
Classificação: livre.
Trailer:

 


Terras (Brasil, 2009)
Direção: Maya Da-Rin (Vitrine Filmes).
Gênero: documentário.
Sinopse: Na fronteira tríplice entre Brasil, Colômbia e Peru, as cidades gêmeas Letícia e Tabatinga formam uma ilha urbana cercada pela imensa floresta amazônica. O filme acompanha o ritmo deste lugar de encontro e passagem, aproximando-se do cotidiano de seus habitantes..
Duração: 75 min.
Classificação: 10 anos.


Fonte: Box Office Mojo, FilmeB, MetaCritics

setembro 16, 2010

VEJA O TRAILER DO DRAMA 'FOR COLORED GIRLS' COM JANET JACKSON E WHOOPI GOLDBERG

Adaptação de peça de teatro promete


Dirigido por Tyler Perry, que é muito famoso nos Estados Unidos e este ano lançou a comédia dramática Tyler Perry's Why Did I Get Married Too?, o filme For Colored Girls é um dos dramas aguardados para a temporada de prêmios. Baseado na premiada peça de 1975 For Colored Girls Who Have Considered Suicide When The Rainbow is Enuf, a produção mostra de maneira poética os pontos de vista de várias mulheres negras sobre temas como amor, abandono, estupro e aborto.

Whoopi Goldberg já havia tentado criar uma montagem da peça para a Broadway, mas não conseguiu financiamento por causa do forte título. Agora, a atriz retorna aos cinemas nessa adaptação cinematográfica junto com Janet Jackson, Thandie Newton, Kerry Washington, Loretta Devine, Kimberly Elise, Anika Noni Rose, Phylicia Rashad e Macy Gray.


Veja o trailer:


O filme estreia nos Estados Unidos em novembro.

Fonte: Movie

ANGELINA JOLIE E JOHNNY DEPP BRINCAM DE ESPIÕES

Veja o trailer de O Turista


Se a teoria de "grandes nomes unidos pra fazer boa bilheteria" não fazia sentido pra você, então prepara-se para mudar de opinião. Os atores de maior sucesso comercial de Hollywood, Angelina Jolie e Johnny Depp acabam de mostrar que a lógica faz o espetaculo continuar com o seu grande show.

No trailer de O Turista (The Tourist) é possível ver os dois naquela sexy relação civil e agente secreto. Jolie é uma contratada da Interpol que usa Depp, um turista americano que acaba de chegar na Europa, como isca para pegar um criminoso, que também é um antigo caso amoroso. Veja o trailer que não falta as caras e bocas da atriz:


O Turista é dirigido por Florian Henckel von Donnersmarck (A Vida dos Outros) com o roteiro de Christopher McQuarrie (Os Suspeitos), que também está escrevendo o novo longa de Wolverine. O filme chega ao Brasil em 14 de janeiro de 2011.


Fonte: Omelete